Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Avanço na genética: cientistas produzem genoma sintético inédito

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    Após 10 anos de tentativas, cientistas criaram o primeiro genoma sintético do mundo. Foram produzidos do zero os 16 cromossomos da levedura, um fungo unicelular que ajuda na fermentação de pães. O feito inédito fez parte do Projeto Genoma Sintético da Levedura (Sc2.0), consórcio global que envolve cerca de 200 pesquisadores de mais de 10 instituições. Os resultados foram publicados na revista Nature Biotechnology nessa quinta-feira (11/12).

    Os pesquisadores desenvolveram um manual que reúne os erros e acertos cometidos durante a jornada de uma década para a criação do genoma. Eles acreditam que o “passo a passo” poderá ser usado para a criação de novos organismos geneticamente modificados, que poderão nascer mais resistentes às alterações climáticas, ou para a elaboração de uma fábrica de células personalizadas.

    “Reunimos uma visão geral abrangente da literatura sobre como construir uma forma de vida, onde analisamos o que deu certo, mas também o que deu errado”, aponta a autora principal do artigo, Paige Erpf, em comunicado.

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    Como foi criado o genoma sintético

    Na engenharia genética tradicional, são utilizados genomas já existentes para serem modificados. No entanto, o Sc2.0 foi além, sendo pioneiro ao produzir um genoma completo inteiramente do zero.

    Durante o processo de fabricação dos cromossomos, foram seguidos três princípios principais: a retirada de elementos genéticos instáveis; a implantação de “marcas d’água” moleculares, para diferenciar as partes sintéticas das naturais; e a adição do sistema de recombinação genética ‘SCRaMbLE’, ferramenta que ajuda a reorganizar genes e testar sua funções com mais rapidez.

    Em seguida, os cromossomos foram organizados em grandes blocos com milhares de pares de base (“degraus” da dupla hélice do DNA e importantes para armazenar e transmitir informações genéticas). Posteriormente, eles foram introduzidos em células de leveduras vivas, com a ajuda do mecanismo celular do próprio fungo para unir as partes sintéticas no lugar correto.

    “Concluir todos os 16 cromossomos sintéticos nos permite entender a função do genoma em uma escala que era simplesmente impossível antes”, exalta o coautor do artigo, Ian Paulsen.

    Erros no processo criam manual para o futuro

    Os laboratórios envolvidos no projeto padronizaram o passo a passo, com todos utilizando os mesmos princípios na montagem das peças sintéticas. Foram observados erros semelhantes durante o processo. Assim, todos os “bugs” foram catalogados, com o objetivo de criar um roteiro do que não fazer em criações futuras.

    Novos projetos já estão em desenvolvimento através da descoberta. Uma das instituições envolvidas no Sc2.0, a Universidade Macquarie, da Austrália, começou recentemente a tentar criar o primeiro cromossomo sintético de plantas, processo um pouco mais árduo devido às complexidades desse tipo de vegetal.

    “A abordagem de ‘aprender construindo’ adotada pelo consórcio Sc2.0 nos proporcionou insights incríveis sobre genética que talvez não tivéssemos compreendido completamente se tivéssemos adotado abordagens históricas passo a passo”, afirma o coautor do artigo, Hugo Goold.

    Segundo os pesquisadores, o objetivo no futuro é inserir um DNA totalmente sintético dentro de uma única célula. “Será um momento histórico e levará a uma compreensão ainda mais profunda da biologia que sustenta nosso meio ambiente, nossos sistemas alimentares e nossos medicamentos”, finaliza Goold.

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