Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 

Barco bombardeado duas vezes no Caribe não tinha os EUA como destino

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A embarcação bombardeada duas vezes por militares norte-americanos no Caribe, no dia 2 de setembro deste ano, não tinha os Estados Unidos como destino. Os supostos traficantes venezuelanos estavam indo ao Suriname, na América do Sul.

O ataque, que não deixou sobreviventes, foi o primeiro de uma série de mais de 20 bombardeios realizados por militares norte-americanos no Caribe e no Pacifico, como parte de uma ação para combater o tráfico internacional de drogas para os Estados Unidos. Confira vídeo do primeiro bombardeio:

O almirante Frank Bradley, que supervisionou a primeira operação militar, prestou esclarecimentos para deputados e senadores dos EUA na última quinta-feira (4/12), de acordo com a CNN Internacional.

No Suriname, os supostos traficantes tinham um encontro marcado com uma embarcação maior. A investigação dos EUA aponta que a rota de tráfico tem como destino os mercados da Europa.

A nova informação vai contra a justificativa que o presidente dos EUA, Donald Trump, deu ao ataque do dia 2 de setembro. Em publicação após a operação, o republicano justificou que “os terroristas estavam em alto-mar, em águas internacionais, transportando narcóticos ilegais com destino aos Estados Unidos”.

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Democratas dizem que bombardeio foi um crime de guerra

O bombardeio do dia 2 de setembro tornou-se um dos principais assuntos dos Estados Unidos na última semana, por conta de acusações de crime de guerra cometido pelos militares.

Um relatório mostrou que ao menos dois dos 11 tripulantes sobreviveram ao primeiro bombardeio, e chegaram a acenar por socorro. No entanto, de acordo com o jornal Washington Post, o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, autorizou um segundo ataque.

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Ataque dos EUA a barco no Cariba

Reprodução/Comando Sul dos Estados Unidos (SOUTHCOM)2 de 4

Ataque dos EUA a barco venezuelano

Divulgação/Redes Sociais3 de 4

Ataque dos EUA a barco no Pacífico

Reprodução/Redes sociais4 de 4

Ataque dos EUA a barco no Pacífico

Divulgação/Departamento de Guerra dos EUA

Em pronunciamento, a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, confirmou o segundo ataque, sob justificativa de “garantir a destruição do barco”. No entanto, o manual do Pentágono sobre direito de guerra determina que combatentes “feridos, doentes ou náufragos” não representam mais uma ameaça e não devem ser atacados.

Parlamentares democratas acusam as Forças Armadas dos EUA de crimes de guerra, e convocaram o comandante da operação, almirante Mitch Bradley, e o chefe do Estado-Maior Conjunto, general Dan Caine, para prestar esclarecimentos ao Congresso, no Capitólio.

Após a audiência, onde os vídeos das operações foram exibidos, os parlamentares conversaram com a imprensa e demonstraram preocupação com a operação militar na América Latina.

O deputado democrata Jim Himes disse a repórteres que os dois sobreviventes do primeiro ataque pareciam estar “em claro sofrimento, sem qualquer meio de locomoção”, e classificou o segundo ataque como “uma das coisas mais perturbadoras que já vi em meu tempo no serviço público”.

Os parlamentares republicanos diminuíram a importância do caso e defenderam a operação. O senador Tom Cotton classificou a ação militar como “totalmente legal e necessária”.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na quarta-feira (3/12) que apoiava o segundo ataque. “Eu apoio a decisão de afundar os barcos”, disse para jornalistas.

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