Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    Bolas de Natal: saiba a história por trás da decoração em árvores

    Por

    Componentes da magia do Natal, as bolas coloridas usadas para decorar árvores carregam origens antigas, com uma história simbólica do evento religioso celebrado em 25 de dezembro.

    Para entender como surgiu e como este enfeite faz parte da tradição natalina, é necessário voltar ao século 8, quando a árvore era vista como símbolo de prosperidade para povos que viviam no inverno, visto que os pinheiros permaneciam verdes, mesmo durante aquela estação mais fria do ano.

    Leia também

    São Bonifácio, bispo saxão, responsável por promover o Cristianismo e influenciar povos da Alemanha naquele século, foi até uma região germânica. À época, os germânicos acreditavam nos deuses que formam a mitologia nórdica, no caso, Thor, que, além de ser considerado o Deus do Trovão, simbolizava o carvalho.

    5 imagensFechar modal.1 de 5

    Bolas de Natal, saiba a história por trás das decorações em árvores

    Klaudia Radecka/NurPhoto via Getty Images2 de 5

    Árvore de Natal de Helena Bordon

    @helenabordon/Instagram/Reprodução3 de 5

    Árvore de Natal de Lari Duarte

    @lariduarteoficial/Instagram/Reprodução4 de 5

    Árvore de Natal de Lala Noleto

    @lalanoleto/Instagram/Reprodução5 de 5

    O Natal 2025 vem como um retorno à sua essência! Menos excesso e mais propósito

    KuznetsovDmitry via Getty Images

    Para servir Thor e honrar a crença, os povos alemães preparavam para um ritual de sacrifício, geralmente uma criança, realizado junto a um carvalho gigante.

    Sabendo que havia pessoas morrendo, Bonifácio interveio e teria confrontado Thor, pegando um machado e cortando o carvalho sagrado, que era utilizado para o sacrifício. Na queda da árvore, a história conta que apenas um pequeno pinheiro permaneceu intacto, se tornando um símbolo de vida eterna, com os galhos erguidos ao céu, em direção a Deus.

    Com isso, Bonifácio aproveitou para converter os povos germânicos ao Cristianismo.

    A partir deste momento, as árvores passaram a ter um simbolismo cristão no Natal, se transformando em uma decoração do evento religioso. Ao trazer uma tradição aos lares mundiais, as árvores, no começo, foram decoradas com velas e ornamentos para celebrar o nascimento de São Bonifácio, o Apóstolo da Alemanha.

    Embora a história explique o possível momento em que as árvores passaram a ser utilizadas como um símbolo cristão, alguns historiadores reforçam que a árvore de Natal foi um símbolo proveniente de tradições nórdicas e germânicas, não se convertendo ao Cristianismo.

    Bolas coloridas

    A tradição cristã considerou que a árvore de Natal representa a vida, com frutos, enfeites, desejos em forma de mensagem e presentes. Após Bonifácio realizar o ato que marcou a árvore como um elemento simbólico para o Natal, elas foram enfeitadas com maçã, trazendo à tona o antigo pecado, no caso, a história de Adão e Eva. Vale ressaltar que também havia representações de hóstias figurando os frutos da Redenção.

    Ao contrário da história de Adão e Eva, em vez de a maçã evocar coisas ruins e envenanemento, a fruta, desta vez, foi vista como símbolo de vida e salvação, uma vez que surgia como uma “nova frutificação”. As primeiras referências aos enfeites são do século 16, da igreja da Alsácia. As famílias decoravam os pinheiros com papéis coloridos, enfeites, frutas e doces.

    Foi então que, em 1847, Hans Greiner, um mestre vidreiro de Lauscha, Alemanha, quis agradar os filhos e imitou com vidro as frutas e as nozes que decoravam a árvore natalina.

    Após este gesto, houve algo similar na França, em 1858, época na qual um artesão vidreiro de Meisenthal fabricou bolinhas vermelhas devido à ausência de maçãs provocada por uma grande seca no local.

    No século 19, quando a rainha Vitória, da Inglaterra, manifestou entusiasmo pela árvore de Natal com bolas vermelhas cristalinas, muitos quiseram ter uma semelhante.

    Os primeiros registros de árvores decoradas com velas surgiram em 1730, sendo que, no começo, as árvores eram enfeitadas com rosas de papel, maçãs, nozes e bolachas. Então, depois surgiram outros tipos de decorações, como luzes, bolas de vidro, estrelas, guirlandas, laços, anjos ou outras figuras. Em Berlim, a primeira árvore de Natal foi erguida em 1785.

    No século 6, a tradição da árvore de Natal evoluiu, trocando as maçãs por bolas, e outros ornamentos foram colocados conforme o tempo. Alguns colocam 12 bolas ou múltiplos de 12 para evocar os apóstolos. Outros, 33 bolas, para lembrar os anos da vida de Jesus.

    A bola vermelha revolucionou a imposição de adereços, que passou a ser produzida de diferentes formas e tamanhos, dando espaço a outros ornamentos, que também ganharam destaque na árvore de Natal. Um deles é a estrela, que simboliza a estrela de Belém, uma referência, entre os cristãos, ao nascimento de Jesus.

    Sair da versão mobile