Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Brasileiro expulso do Exército pede aos EUA Magnitsky contra oficiais

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    Expulso do Exército em 2024, o sargento reformado Antonio Ésio de Sousa Cruz enviou documentação ao Departamento de Controle de Ativos Estrangeiros dos Estados Unidos [OFAC, na sigla em inglês] solicitando a cassação de vistos e aplicação das sanções previstas na Lei Magnitsky contra um general de divisão e um juiz militar federal por suposta violação de direitos humanos e corrupção.

    Além do general André Luiz Allão e do juiz militar Rodolfo Menezes, Sousa Cruz acusa outros 8 militares e integrantes do Judiciário de promoverem uma perseguição política que resultou em sua expulsão e no cancelamento de sua pensão por invalidez. O sargento alega ser diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA), esquizofrenia e síndrome de Asperger.

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    Advogado Marcos Coelho teve escritório apedrejado pelo sargento Antonio Ésio de Sousa Cruz, que acabou expulso do Exército

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    Expulso do Exército, Souza Cruz acusa General Allão (foto) de perseguição

    Reprodução / Exército3 de 3

    Sousa Cruz também pediu Lei Magnitsky contra juiz militar Rodolfo Menezes

    Reprodução / Redes sociais

    Em 2022, ele foi preso por incitar e participar do apedrejamento do escritório do advogado Marcos Coelho, responsável pela defesa de um policial militar acusado de matar o sobrinho de Sousa Cruz em Camocim (CE).

    Após ser detido, o sargento teria desacatado e proferido injúrias contra o escrivão da corregedoria militar e o comandante da 10ª Região Militar, no Ceará, general André Luiz Allão. O militar foi condenado a 2 anos e seis meses de prisão e à perda da pensão por injúria e destruição de patrimônio.

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    Na denúncia protocolada na OFAC, Sousa Cruz aponta o general como “mentor da perseguição e corrupção significativa” e o juiz, que conduziu o processo contra o sargento na Justiça Militar, como “facilitador judicial da perseguição”.

    “A prisão decorreu de uma ação penal em que a ‘vítima’ em tese era o advogado Marcos Coelho, amigo pessoal e mantinha estreita relação com o ex-governador Lúcio Alcântara, amigo íntimo do general. Esta rede facilitou o aliciamento e a influência sorrateira sobre o Judiciário e o Ministério Público”, afirma Sousa Cruz no documento.

    Fonte de renda

    O sargento ficou preso por sete meses e diz ter sofrido risco de morte nesse período. O militar também acusa o general, o juiz e demais acusados por privação arbitrária de subsistência, após a “suspensão ilegal da pensão militar (pagamento de tenente) que constitui a única fonte de renda para ele e seus dependentes altamente vulneráveis (seis filhos com TEA e uma mãe idosa com Alzheimer), levando à completa miséria financeira e risco de despejo”.

    Para justificar a acusação de corrupção, Sousa Cruz alega a prática de “ato ilegal de um oficial de alta patente (General de Divisão) e um juiz militar, buscando anular uma reforma militar por invalidez permanente legalmente transitada em julgado pelo Superior Tribunal de Justiça (em 2012)”.

    Procurado, o Exército não se manifestou sobre o caso. O espaço segue aberto.

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