Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Capital paulista é a segunda mais desigual do país, aponta IBGE

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    A cidade de São Paulo é a segunda capital mais desigual do país, de acordo com dados de 2024 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na capital paulista, o rendimento médio dos 40% mais pobres (2,5 milhões de pessoas) foi de R$ 1.477 por mês, enquanto os 10% mais ricos (711 mil pessoas) receberam, em média, R$ 21.678.

    O cálculo é baseado no Índice de Gini, um instrumento para medir o grau de concentração de renda em determinado grupo. Ele aponta a diferença entre os rendimentos dos mais pobres em comparação com os mais ricos.

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    Apesar de o índice ter caído em São Paulo de 0,584, em 2023, para 0,561 em 2024, o número ainda é o segundo maior entre as capitais brasileiras, atrás apenas do Recife (0,589). No estado de São Paulo, o indicador caiu de 0,503 para 0,489.

    A estatística varia de zero a um. O valor zero representa a situação de igualdade, ou seja, todos têm a mesma renda, enquanto o valor um está no extremo oposto, onde uma só pessoa detém toda a riqueza.

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