Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Caramujos: como identificar e manter os perigosos longe de casa

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    Os caramujos podem ser aliados da natureza, mas algumas espécies, como o caramujo africano, são verdadeiras ameaças à saúde pública. Em entrevista ao Metrópoles, o biólogo Fabiano Soares explicou como identificar esses animais, evitar infestações e proteger o ambiente de riscos sanitários.

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    Embora a maioria dos caramujos não represente perigo, o caramujo africano (Achatina fulica) é uma espécie invasora e altamente perigosa. Esse molusco pode hospedar o parasita Angiostrongylus cantonensis, causador de meningite eosinofílica, que pode afetar a saúde humana. O contágio ocorre através do contato com o muco e as fezes do animal.

    “Quando há infestação dessa espécie, é essencial acionar o centro de zoonoses do município, pois o controle deve ser rigoroso”, alerta Soares.

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    Como identificar o caramujo africano?

    Este caramujo tem uma concha grande, com formato cônico, listras marrons e beges bem definidas e pode ultrapassar 10 centímetros de comprimento. Ele é ativo principalmente à noite ou após períodos de chuva. A sua proliferação é rápida e sua presença deve ser monitorada de perto.

    Métodos de controle

    A forma mais eficaz de controlar esse molusco é a coleta manual. “É essencial usar luvas grossas e um saco plástico resistente para a captura, além de recolher também os ovos, que têm aspecto de bolinhas esbranquiçadas”, explica o biólogo.

    O ideal é realizar a coleta à noite ou após a chuva, quando os caramujos estão mais ativos. Após a captura, a recomendação é matar os animais de forma segura, utilizando uma solução de água com cal virgem ou água sanitária, com a proporção de 50% de cada. Depois, devem ser enterrados de maneira adequada ou enviados para o local correto de descarte, conforme orientação dos centros de zoonoses.

    imagem colorida caramujo verme meningiteCaramujo africano: o animal não deve ser tocado com mãos desprotegidas, para evitar a transmissão

    Prevenção: como evitar o surgimento dos caramujos?

    Além da captura, a prevenção é fundamental. Soares destaca a importância de um manejo adequado do ambiente, especialmente em jardins e quintais. “Manter o jardim bem arejado, com poda regular, e retirar folhas e entulhos evita que os caramujos encontrem abrigo. Também é importante corrigir pontos onde há acúmulo de umidade”, aconselha. Além disso, a utilização de canteiros elevados e barreiras físicas, como faixas secas e cascas de pinos, dificulta o acesso desses animais ao ambiente doméstico.

    O que nunca fazer

    Soares adverte contra métodos como o uso de sal no solo, que destrói a vegetação, e venenos improvisados que circulam na internet. “Esses métodos não são eficazes e podem prejudicar o ambiente de forma irreversível”, afirma. Outra prática a ser evitada é esmagar os caramujos, pois isso pode liberar os parasitas presentes em seu corpo, aumentando o risco de contaminação.

    Caramujo Polymita

    Preservação das espécies nativas

    É importante lembrar que nem todos os caramujos são prejudiciais. Algumas espécies nativas, como os do gênero Megalobulimus, são inofensivas e devem ser preservadas. Soares recomenda que, caso haja dúvida sobre a espécie, é essencial consultar os órgãos responsáveis pela saúde pública para garantir a correta identificação e manejo.

    Manter a casa e o jardim protegidos contra caramujos perigosos requer atenção constante e a adoção de boas práticas de manejo ambiental. Identificar corretamente as espécies invasoras e agir rapidamente são passos essenciais para proteger a saúde de todos e garantir um ambiente mais seguro.

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