Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Cientistas descobrem mutação que faz plantas se autofertilizarem

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    Em pesquisa mais recente, cientistas descobriram que uma mutação nas raízes tem feito plantas se autofertilizarem sem a necessidade do uso de produtos artificiais, que são responsáveis por produzir muitas emissões de gás carbônico (CO2), poluindo o meio ambiente. O estudo liderado pela Universidade de Aarhus, na Dinamarca, teve os resultados publicados na revista científica Nature em 5 de dezembro.

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    Para se desenvolver, as plantas necessitam de nitrogênio, mas a maioria só tem acesso através de fertilizantes. No entanto, um pequeno grupo de plantas é capaz de crescer sem a adição artificial. Até o momento, cientistas do mundo inteiro só sabiam que o mecanismo acontecia através de uma parceria entre os vegetais e bactérias capazes de transformar o nitrogênio em um formato passível de absorção, mas ainda não sabiam como o processo acontecia.

    Para entender melhor, é necessário compreender o comportamento das plantas: elas possuem receptores na superfície celular que detectam sinais químicos de microrganismos presentes no solo. Eles são responsáveis por julgar se os compostos liberados são “amigos” ou “inimigos”. Se for aliado, o vegetal “deixa entrar”, mas se for indesejado, o sistema de segurança imunológico é ativado.

    Em busca de respostas, os pesquisadores dinamarqueses identificaram que pequenas alterações nos receptores aconteciam devido a dois aminoácidos, fazendo as plantas “desligarem” por um tempo seu sistema de defesa imunológica e conseguindo realizar a parceria de cooperação com as bactérias, um comportamento conhecido como simbiose.

    “Esta é uma descoberta notável e importante. Demonstramos que duas pequenas alterações podem fazer com que as plantas alterem seu comportamento em um ponto crucial: de rejeitar bactérias a cooperar com elas”, afirma a coautora do artigo, Simona Radutoiu, em comunicado.

    Experimentos demonstraram potencial para o futuro

    Após a descoberta, foi necessário provar que isso realmente acontecia: em experimento realizado em laboratório, os cientistas alteraram o comportamento da Lotus japonicus, uma leguminosa pertencente à família Fabaceae. O mecanismo também foi testado na cevada e funcionou.

    “Atualmente, apenas pouquíssimas culturas conseguem realizar simbiose. Se pudermos estender isso a culturas amplamente utilizadas, poderemos fazer uma grande diferença na quantidade de nitrogênio necessária”, aponta Simona.

    A longo prazo, a produção do próprio nitrogênio diminuiria consideravelmente o uso de fertilizantes artificiais, ajudando a poluir menos o nosso planeta.

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