Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Com Xi, Macron cobra equilíbrio comercial e apoio na guerra da Ucrânia

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    O presidente da França, Emmanuel Macron, pediu ao líder chinês, Xi Jinping, que aumente a cooperação em geopolítica, comércio e meio ambiente durante sua quarta visita de Estado à China. O encontro, realizado nesta quinta-feira (4/12) no Grande Salão do Povo, ocorre em meio às tentativas europeias de envolver Pequim na busca por um desfecho para a guerra na Ucrânia.

    A atual posição da China sobre o conflito no leste europeu é neutra, entretanto, Xi é considerado um dos principais aliados de Vladimir Putin.

    O francês é um dos principais apoiadores de Volodymyr Zelensky, e reiterou o pedido para que Pequim pressione Moscou por um cessar-fogo. “Espero que a China se junte ao nosso apelo para alcançarmos, pelo menos, um cessar-fogo rápido e uma moratória sobre ataques a infraestruturas críticas”, disse. “É fundamental, pois o inverno está chegando.”

    No início do mês, Xi ofereceu garantias de apoio contínuo à Rússia, embora mantenha o discurso público de que a China está “comprometida com a paz”.

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    Xi Jinping e Emmanuel Macron

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    Xi Jinping e Emmanuel Macron

    Adek Berry-Pool/Getty Images

    Macron chegou a Pequim acompanhado por uma ampla delegação de executivos de gigantes como Airbus, BNP Paribas, Schneider e Alstom.

    O objetivo é reduzir o profundo déficit comercial francês com a China e garantir empregos industriais. “Os desequilíbrios que vemos hoje não são sustentáveis”, disse o francês, defendendo regras mais justas de comércio e criticando mecanismos baseados na “sobrevivência do mais forte”.

    Xi respondeu destacando que China e França devem “seguir seus próprios caminhos geopolíticos”, mantendo autonomia estratégica mesmo diante das mudanças no ambiente internacional. Ambos os líderes defenderam a importância do multilateralismo e de uma ordem global “mais justa e inclusiva”.

    Disputas comerciais

    • A China tenta reduzir tensões com a União Europeia, que acusa Pequim de concorrência desleal na indústria de veículos elétricos.
    • Bruxelas impôs tarifas antidumping, e Pequim respondeu com investigações sobre conhaque francês e carne suína europeia.
    • Do lado chinês, o interesse é apresentar-se como um parceiro mais confiável para países afetados pelas tarifas impostas por Donald Trump.
    • Xi também incentivou maior cooperação em energia nuclear, inteligência artificial, economia verde, biofarmacêutica e projetos aeroespaciais.
    • Após as reuniões, foram assinados 12 acordos de cooperação, envolvendo temas como envelhecimento populacional, energia nuclear e preservação de pandas-gigantes.

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    Nesta sexta-feira (5/12), Xi acompanhará Macron em uma visita à província de Sichuan, um gesto incomum para o líder chinês, que raramente segue chefes de Estado além da capital.

    Apesar da cordialidade, Pequim e Bruxelas continuam distantes em temas-chave. A China não deve flexibilizar o preço mínimo imposto ao conhaque francês, nem reduzir tarifas sobre carne suína europeia sem contrapartidas no setor de veículos elétricos.

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