Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Dino comenta liminar de Gilmar e alerta para 81 pedidos de impeachment

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    O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino comentou a decisão do colega Gilmar Mendes, que restringiu à Procuradoria-Geral da República (PGR) o poder de solicitar o impeachment de magistrados da Corte. A decisão de Gilmar foi liminar e deverá ser votada por seus colegas de STF.

    Dizendo que não poderia adiantar seu voto sobre o tema, Dino argumentou que a Lei do Impeachment é de 1950 e precisa ser revista, especialmente porque o Senado acumula 81 pedidos de destituição de ministros da Corte.

    “Nós temos hoje 81 pedidos de impeachment contra ministros. Isso jamais aconteceu no Brasil e em nenhum país do planeta Terra. O que temos que analisar é se há pedidos que tenham plausibilidade ou se é mais um capítulo da desconstrução poética e arquitetônica de [Oscar] Niemeyer e Lúcio Costa. O ministro [Gilmar Mendes] traz essa reflexão, propõe uma atualização de uma lei, é uma lei de 1950 (…) São questões jurídicas relevantes, que não podem ser diminuídas pelas questões atuais”, declarou Dino nesta quinta-feira (4/12), em um painel sobre segurança jurídica do portal Jota.

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    A decisão de Gilmar, proferida na quarta-feira (3/12), é uma liminar (medida cautelar) e está em vigor, mas ainda depende de referendo do plenário do STF. O ato causou uma nova crise institucional entre a Corte e o Congresso, mais especificamente o Senado, que é o responsável por analisar o impeachment dos magistrados.

    Dino declarou que não irá antecipar seu voto, a ser proferido no dia 12 deste mês. Ele acrescentou que espera que o julgamento instigue o “Congresso Nacional a legislar sobre o assunto”.

    Entenda a decisão do STF

    • A prerrogativa de apresentar a denúncia no Senado, responsável por analisar impeachment de ministros do STF, passa a ser exclusiva do Procurador-Geral da República (PGR); anteriormente, qualquer cidadão poderia apresentar a denúncia.
    • O quórum necessário para o Senado receber a denúncia (iniciar o processo) passa a ser de dois terços (2/3) dos senadores; antes da liminar, bastava a maioria simples dos senadores.
    • Ficam suspensas regras que previam o afastamento automático do ministro de suas funções e o corte de um terço (1/3) de seus vencimentos após a admissão da denúncia.
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