Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Do sexo ao amor: existe um tempo certo para se apaixonar?

    Por

    A sexóloga Alessandra Araújo responde uma das perguntas mais comuns em relacionamentos: afinal, existe um tempo “correto” para se apaixonar por alguém? Segundo ela, não — e entender isso é essencial para construir vínculos mais conscientes e saudáveis.

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    Não há fórmula nem cronograma emocional que determine quando a paixão deve surgir. Alessandra explica que o tempo varia de acordo com a história de vida, segurança emocional e a forma como a intimidade entre o casal se desenvolve.

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    Mesmo assim, o cérebro costuma seguir padrões:

    • Atração inicial: guiada pelo desejo físico, dura semanas ou poucos meses.
    • Paixão intensa: marcada por dopamina e euforia, geralmente se estende de 6 meses a 2 anos.
    • Amor de companheirismo: quando a paixão evolui para vínculo estável, impulsionado por hormônios do apego, consolidando-se em 1 a 3 anos.

    Para a sexóloga, ter certeza da paixão não depende da passagem do tempo, mas da qualidade do sentimento e da vontade genuína de construir algo além da fase de encantamento.

    Ter “certeza” de que está apaixonado não é sobre o tempo, mas sobre a qualidade do sentimento

    Como o corpo “avisa” que você está apaixonado

    A paixão funciona quase como um vício positivo. Os sinais são claro:

    • Pensamentos constantes: a pessoa amada domina a mente e seus defeitos parecem menores.
    • Euforia: a simples presença do outro ativa o sistema de recompensa do cérebro.
    • Dependência temporária: a distância gera ansiedade e falta.
    • Energia extra: surge motivação para agradar, crescer e reorganizar prioridades.
    • Medo da rejeição: a vulnerabilidade aumenta e o medo de perder o outro também.

    A paixão libera energia e motivação para fazer coisas que agradem o outro ou para melhorar a própria vida. Há uma mudança de prioridades para incluir o objeto da paixão

    Paixão ou carência? Entenda a diferença

    Os sintomas, segundo a especialista, podem parecer semelhantes, mas a origem é completamente distinta.

    O foco do sentimento

    • Paixão saudável: nasce do interesse real pelo outro — qualidades, defeitos, história e personalidade.
    • Carência afetiva: busca preencher um vazio interno. O parceiro vira um “escape”, não uma pessoa.

    Como lidamos com a presença e a ausência

    • Paixão saudável: estar junto traz paz e alegria, mas a autonomia permanece intacta.
    • Carência afetiva: a autoestima oscila conforme a atenção do parceiro, e a ausência se torna insuportável.

    O propósito da relação

    • Paixão saudável: mira a construção de intimidade madura e vínculo duradouro.
    • Carência afetiva: tenta evitar a solidão a qualquer custo, mesmo que isso signifique se anular.

    Para que a paixão se transforme em amor maduro, o cérebro deve passar a produzir mais oxitocina e vasopressina (os hormônios do vínculo e do apego)

    Quando o sentimento vira alerta?

    Se a vida parece só fazer sentido com o outro por perto, ou se a relação funciona como “cura” para dores internas, Alessandra reforça: é carência, não paixão.

    “Enquanto a paixão integra o outro ao seu mundo, a carência substitui seu mundo pelo outro.”

    A sexóloga conclui: não existe tempo certo para se apaixonar, mas existe o jeito certo de reconhecer o que está sentindo. E entender essa diferença pode mudar completamente a forma como você se relaciona.

     

     

     

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