Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Estudo: farinha de castanha-do-pará é 60% mais proteica que a de trigo

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    Um estudo feito pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) mostra que a farinha feita a partir da castanha-do-pará pode ser até 60% mais proteica do que a tradicional farinha de trigo. Para os pesquisadores, o ingrediente tem potencial promissor para o mercado de produtos de origem vegetal.

    A farinha foi usada na fabricação de hambúrgueres, quibes e proteína texturizada para testes de qualidade e teve boa avaliação de sabor, textura e aparência.

    “A castanha-do-brasil é um símbolo da sociobiodiversidade amazônica e surge como alternativa nacional de alto valor agregado. Isso pode fortalecer cadeias produtivas amazônicas, gerando valor para pequenos produtores e indústrias regionais”, aponta a pesquisadora Ana Vânia Carvalho, da Embrapa.

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    Como a castanha-do-Pará é produzida

    A primeira etapa do trabalho foi entender a matéria-prima. A a castanha-do-pará, também conhecida como castanha-do-brasil, contém aproximadamente 15% de proteína bruta, 67% gorduras, 7% carboidratos e valor energético de 751 kcal/100g.

    Os processos de obtenção da farinha parcialmente desengordurada, do concentrado proteico e da proteína texturizada, utilizada como substituta de produtos de origem animal, foram desenvolvidos no Laboratório de Agroindústria da Embrapa Amazônia Oriental (PA).

    Segundo Ana Vânia, a remoção parcial do óleo da castanha — usado majoritariamente pela indústria cosmética — gera uma torta, que é a base para os novos ingredientes.

    Foto de quibe em forma de alumínio - Metrópoles

    A pesquisa também utilizou castanhas que não tinham padrão para comercialização in natura, como as quebradas ou em pedaços, aumentando o aproveitamento do alimento e reduzindo desperdícios.

    Após a extração do óleo, o teor de proteína da castanha, originalmente de 15%, saltou para 32,4% na farinha (aumento de 116%). A partir dessa farinha, os pesquisadores produziram também o concentrado proteico que obteve até 56% de proteína.

    Para comparação, enquanto 100 gramas de farinha de trigo integral contêm cerca de 13 gramas de proteína — um pouco mais que a farinha de trigo branca —, a mesma quantidade de farinha de castanha apresenta quase 33 gramas de proteína, valor 60% maior.

    O trabalho destaca que os novos ingredientes apresentam propriedades funcionais adequadas para aplicações alimentícias e elevados teores de aminoácidos, além de serem ricos em selênio, mineral abundante na castanha.

    Ana Vânia avalia que a busca por maior diversidade de fontes proteicas nacionais têm estimulado estudos voltados à exploração sustentável da biodiversidade brasileira. “Além de contribuir para o aproveitamento de recursos naturais e a geração de emprego e renda, essas iniciativas buscam novos ingredientes para a indústria alimentícia”, considera Ana Vânia.

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