Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Estudo: rugidos dos leões podem ser únicos, como impressões digitais

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    Pesquisadores das universidades de Oxford e Exeter, localizadas na Inglaterra, descobriram que os leões podem ter uma espécie de “sotaque”. A conclusão do estudo foi a partir de gravações feitas na Tanzânia e no Zimbábue, em que puderam perceber variações nos rugidos dos animais.

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    Os parâmetros analisados foram as mudanças de frequência, duração e intensidade, que resultaram em padrões diferentes entre os felinos. Anteriormente, especialistas acreditavam que o rugido era único para todos, e foi isso que a pesquisa desmistificou.

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    Publicado na revista científica Ecology and Evolution, o estudo mostrou essas diferenças entre as vocalizações. As gravações analisadas foram feitas no Parque Nacional Nyerere e na Reserva Bubye Valley. A inteligência artificial foi de extrema importância para identificar detalhes que fogem ao ouvido humano.

    Partes dos materias foi recolhido no Parque Nacional Nyerere, na Tanzânia

    Para os cientistas, algumas questões explicam as variações. O ambiente, por exemplo, influencia em como som se propaga e no aprendizado social entre os leões. Além disso, a tecnologia permitiu monitorar as populações individualmente em áreas de difícil acesso.

    No entanto, os especialistas reforçam que há limitações, já que o projeto não tem dados de regiões intermediárias. Outro fator é que os conteúdos recolhidos no Zimbábue são apenas de machos, pois as fêmeas não rugiram no período.

    Mesmo assim, o estudo é muito colaborativo cientificamente. Ao final, ele indica que o rugido de cada felino pode ser como uma “impressão digital acústica”. Os pesquisadores ainda treinaram os algoritmos para diferenciar os indivíduos, o que permite rastreá-los mesmo de longe.

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