Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    EUA planejam proibir a entrada de estrangeiros de mais de 30 países

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    O governo do presidente Donald Trump pretende endurecer ainda mais as medidas contra estrangeiros nos Estados Unidos. Após proibir a entrada de visitantes de 12 países em junho, e de adotar restrição contra outras sete nações, a lista de “turistas barrados” pode subir para mais de 30 países.

    O aumento da proibição foi adiantado pela secretária de Segurança Interna dos EUA, Kristi Noem, em entrevista à Fox News, nessa quarta-feira (4/12). “Não vou especificar o número, mas são mais de 30, e o presidente continua avaliando os países”, disse ela.

    A secretária disse que o tema foi discutido em uma reunião com Trump nesta semana e fez uma dura declaração sobre imigrantes nos EUA. “Estou recomendando uma proibição total de viagens para todos os países de merda que têm inundado nossa nação com assassinos, sanguessugas e viciados em direitos adquiridos”, disse.

    A medida prevê uma proibição total: desde turistas até pessoas que planejam morar nos Estados Unidos.

    “Nossos antepassados ​​construíram esta nação com sangue, suor e um amor inabalável pela liberdade — não para que invasores estrangeiros massacrassem nossos heróis, sugassem nossos impostos suados ou roubassem os benefícios devidos aos americanos”, afirmou.

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    No decreto publicado em junho, o governo Trump proibiu viagens de cidadãos de 12 países para o território norte-americano. As nações sancionadas foram: Afeganistão, Mianmar, Chade, República do Congo, Guiné Equatorial, Eritreia, Haiti, Irã, Líbia, Somália, Sudão e Iêmen.

    Além dos 12, cidadãos de outros sete países receberam “restrição parcial”, são eles Burundi, Cuba, Laos, Serra Leoa, Togo, Turcomenistão e Venezuela.

    As autoridades do governo dos EUA ainda não adiantaram quais novos países podem ser incluídos na lista dos banidos, mas Trump deu uma dica recentemente. Em publicação na rede social Truth Social na última sexta-feira (28/11), o presidente anunciou que vai suspender “permanentemente” a entrada de pessoas de “todos os países do terceiro mundo” para que “o sistema americano se recupere”.

    “Suspenderei permanentemente a imigração de todos os países do Terceiro Mundo para permitir que o sistema americano se recupere completamente”, escreveu Trump na rede social Truth Social.

    Após a Guerra Fria, o termo “países de Terceiro Mundo” passou a ser usado como uma forma pejorativa de descrever nações com economias menos desenvolvidas. Países como o Brasil são normalmente incluídos neste grupo.

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    Donald Trump

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    Donald Trump

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    Imagem de Donald Trump colocada na Casa Branca

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    Donald Trump

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    Donald Trump e Lula

    Andrew Harnik/Getty Images

    Aumento da pressão contra estrangeiros

    Na última terça-feira (2/12), o governo Trump suspendeu todos os pedidos de imigração, asilo e green card de cidadãos desses 19 países. A medida foi anunciada por Donald Trump após um imigrante afegão matar uma agente da guarda nacional em um tiroteio em Washington, no dia 26 de novembro.

    De acordo com a diretriz do Serviço de Cidadania e Imigração dos Estados Unidos (USCIS, na sigla em inglês), estão suspensos desde a solicitação de green card até autorização de trabalho para cidadãos com pedidos de asilo em análise.

    Até mesmo as pessoas dessas 19 nacionalidades que já estão nos Estados Unidos terão os vistos e autorizações reavaliadas.

    As ações representam uma ampliação da ofensiva migratória do governo Trump, que prometeu revisar decisões da administração Biden consideradas falhas ou permissivas. Operações do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) têm sido reforçadas em diversos estados, com aumento de detenções de estrangeiros em situação irregular.

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