Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Expressões faciais podem revelar tendência à depressão, diz estudo

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    O sofrimento psíquico pode deixar marcas visíveis no rosto, e essas mudanças sutis na forma de se expressar podem ajudar a identificar o risco de depressão. Essa é a conclusão de um estudo realizado na Universidade de Waseda, no Japão, publicado recentemente na revista Nature Scientific Reports.

    Os pesquisadores analisaram 64 universitários japoneses, com idade média de 21 anos. Outro grupo, formado por 63 avaliadores da mesma faixa etária, foi recrutado para observar os participantes. Todos responderam a um questionário de sintomas depressivos e foram divididos em dois grupos: indivíduos saudáveis e aqueles com transtorno leve de humor, também chamado de depressão limítrofe.

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    Os voluntários que seriam analisados gravaram vídeos curtos, de cerca de 10 segundos, apresentando-se diante da câmera. Os avaliadores assistiram a esse material sem áudio e atribuíram notas subjetivas, indicando se a pessoa parecia amigável, natural, simpática, nervosa ou falsa, entre outras impressões. Paralelamente, aplicaram um sistema de análise automatizada de expressões faciais, baseado em inteligência artificial, para identificar movimentos musculares sutis.

    Os resultados mostraram que participantes com tendência depressiva exibiam redução nas expressões faciais positivas, ou seja, eram percebidos como menos expressivos, naturais e agradáveis. As análises de vídeo também confirmaram alterações em músculos ligados ao sorriso e ao olhar, frequentemente associados à perda de vitalidade emocional.

    “O artigo é muito interessante porque tenta oferecer mais uma ferramenta para que a gente possa fazer um diagnóstico precoce, evitando a evolução do quadro. Mas é um método difícil de ser aplicado por enquanto, pois poucos lugares têm essa tecnologia”, avalia o psiquiatra Ricardo Feldman, do Einstein Hospital Israelita.

    Close up de uma jovem lutando contra um colapso mental. MetrópolesA pesquisa reforça a importância da atenção humana aos sintomas da depressão

    Estudo nacional

    Assim como o trabalho japonês, a psiquiatra Jennyfer Domingues, pesquisadora na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no interior paulista, também investiga como a comunicação verbal e não verbal pode revelar sinais de sofrimento emocional e risco suicida. “Nosso foco é justamente treinar profissionais de saúde para reconhecer esses sinais sutis que, muitas vezes, aparecem antes da fala direta sobre a questão”, diz.

    Segundo a pesquisadora, essas alterações não representam, isoladamente, um diagnóstico de depressão, mas funcionam como sinais de alerta. “Na prática clínica é possível perceber que os pacientes em sofrimento perdem o brilho no olhar, falam com voz mais monótona e demonstram menos energia facial, mesmo que não relatem tristeza”, detalha. “São sinais que merecem atenção, especialmente quando observados junto a outros sintomas, como perda de prazer, dificuldade de sono e desesperança”, explica.

    Feldman reitera que a observação das expressões deve ser vista como parte de uma avaliação integral. “A análise das expressões faciais é um complemento para outros itens indispensáveis no diagnóstico da doença, como a anamnese e os exames físicos, psíquicos e complementares quando necessário”, frisa.

    Além da aplicação clínica, a pesquisa reforça a importância da atenção humana aos sintomas depressivos. “Esse estudo destaca outro ponto muito importante: que devemos olhar mais um para o outro, ficarmos mais atentos a expressões faciais, tom de voz e linguagem não verbal, além de nos preocuparmos com as outras pessoas, perguntando se está tudo bem e se precisa de alguma ajuda, por exemplo. Assim melhoramos as relações e podemos conseguir notar sinais de que algo não vai bem”, conclui o médico do Einstein.

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