Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Fabricante de Mounjaro cria identificador de versões fake do remédio

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    O Mounjaro é um medicamento da farmacêutica Eli Lilly indicado para o tratamento da diabetes tipo 2 e da obesidade. Com a venda limitada à retenção de receita médica e o preço elevado das doses, cada vez mais pessoas têm se rendido ao uso de versões manipuladas, homeopáticas e genéricas, embora nenhuma delas tenha a qualidade e segurança reconhecidas pela Anvisa.

    Diante do aumento da circulação de versões falsificadas do Mounjaro no Brasil, a Eli Lilly anunciou, nessa terça-feira (12/12), o lançamento do LillyScan. A ferramenta digital permite a pacientes e profissionais de saúde verificar, por meio da leitura do QR Code na embalagem, se o medicamento é autêntico.

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    Segundo a fabricante, o uso de versões falsificadas ou manipuladas do Mounjaro representa riscos significativos à saúde, principalmente porque esses produtos não passam pelos estudos rigorosos de qualidade, segurança, eficácia, estabilidade e farmacovigilância exigidos para um medicamento industrializado e aprovado por órgãos reguladores.

    Como consequência, podem não conter o princípio ativo necessário para o tratamento da diabetes tipo 2 e da obesidade ou apresentar o fármaco incorreto, o que compromete a eficácia terapêutica e pode provocar reações adversas inesperadas. Além disso, a presença de dosagens inadequadas aumenta o risco tanto de falha no tratamento quanto de efeitos colaterais graves e intoxicações.

    Outro fator de preocupação é que esses produtos podem ser fabricados fora de ambientes seguros e estéreis, o que favorece a contaminação por bactérias, endotoxinas e impurezas. Também existe o risco de misturas de múltiplos ingredientes sem controle científico, o que pode gerar interações nocivas e danos à saúde.

    A ausência de monitoramento adequado de eventos adversos dificulta a identificação precoce de problemas e amplia a possibilidade de complicações graves, o que coloca pacientes em situação de vulnerabilidade.

    “Produtos falsificados e manipulados podem não ser fabricados em um ambiente seguro e estéril. Podem não conter o princípio ativo, conter o medicamento errado, dosagens incorretas, misturas de múltiplos ingredientes ou outras substâncias nocivas, como bactérias, endotoxinas e impurezas, resultando em problemas graves de saúde”, destaca o comunicado da farmacêutica.

    Como usar a ferramenta?

    É preciso ir até o site ScanLilly e escanear o QR code presente na embalagem ou na caixa do medicamento com um smartphone. Todos os medicamentos originais possuem QR code. A leitura do código verificará se o número de série do produto é consistente com os medicamentos fabricados pela Lilly e disponíveis no Brasil.

    Quaisquer produtos comercializados simplesmente como tirzepatida, em oposição ao Mounjaro, não foram fabricados, estudados ou comercializados pela Lilly e, portanto, não são aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ou por qualquer outra agência regulatória internacional.

    Mounjaro só pode ser vendido com receita médica e não possui versões genéricas ou manipuladas

    Mounjaro

    O Mounjaro é um medicamento injetável que deve ser aplicado semanalmente. O tratamento melhora os níveis de açúcar no sangue e reduz o apetite. Durante os ensaios clínicos, a medicação levou voluntários ao emagrecimento de até 20% do peso corporal. O remédio tem como princípio ativo a tirzepatida e é comercializado oficialmente no Brasil apenas na forma de canetas injetáveis, com registro e aprovação da Anvisa.

    A tirzepatida imita dois hormônios do corpo humano relacionados à fome e ao metabolismo, o GLP-1 e o GIP, combinando ações para um maior emagrecimento. O remédio é indicado para pacientes que tenham entre 20 e 79 anos e recomendação médica, exigindo até a retenção de receita.

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