Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Fora da dieta: o porquê dos jacarés não se alimentarem das capivaras

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    A relação curiosamente tranquila entre jacarés e capivaras sempre chama atenção de quem acompanha a vida silvestre na América do Sul. Embora dividam os mesmos lagos, rios e margens, o que se vê não é perseguição, e sim uma convivência surpreendentemente estável — algo que intriga pesquisadores há anos.

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    Em vez de enxergar um desequilíbrio na cadeia alimentar, especialistas explicam que o comportamento das capivaras ajuda a entender por que os ataques não são tão comuns. O maior roedor do mundo é sociável: permanece em bandos, mantém comunicação constante por meio de sons de alerta e tem habilidade na água, o que reduz suas chances de virar alvo.

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    Por outro lado, análises de campo indicam que nem sempre compensa para o réptil investir energia em capturar um animal tão atento e veloz. Assim, a opção pela economia de esforço pesa mais que a possibilidade de uma caçada arriscada. Esses comportamentos favorecem a a coexistência dos dois.

    Devido ao comportamento de ambos animais, é possível que eles convivam em harmonia

    Essa dinâmica também se reflete no ambiente urbano, onde as roedoras encontraram nichos seguros em parques, represas e canais. Com vegetação abundante e poucos predadores naturais, esses espaços funcionam como refúgio — e, em algumas cidades, elas até mudaram rotinas para se ajustar ao movimento humano.

    Outro ponto importante é que as capivaras não disputam alimento com jacarés, já que consomem, exclusivamente, plantas. Além disso, embora pacíficas, possuem meios eficientes de defesa, como dentes robustos e boa mobilidade aquática, características que desencorajam possíveis tentativas de ataque.

    De forma conjunta, todos esses fatores ajudam a explicar por que, apesar de compartilharem território, esses dois animais conseguem dividir o mesmo ambiente sem ter conflitos frequentes.

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