Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    General detona Bolsonaro: “Um líder tão estridente quanto vazio”

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    O general da reserva do Exército Brasileiro Paulo Chagas (foto em destaque) usou as redes sociais para tecer críticas a Jair Bolsonaro (PL) e aos seus apoiadores. Segundo o militar, o ex-presidente é “um líder tão estridente quanto vazio”.

    Em publicação feita nesta terça-feira (2/12) no X, Chagas classificou a ascensão de Bolsonaro à posição de líder de parte da direita como um fenômeno e uma contradição: “O maior líder de um grupo incapaz de se consolidar como força propositiva”.

    De acordo com o general, a liderança do ex-presidente emergiu em meio a um vácuo de representatividade e de confiança no liberalismo e no conservadorismo, mas que nunca teria deixado de ser um projeto de promoção e de poder pessoal.

    “No Congresso, praticando uma mesmice política da qual dizia estar fora, uniu-se ao Centrão que, em campanha, permitiu que fosse chamado de ladrão, fragilizando não apenas o seu governo, mas toda a direita que nele acreditava”, apontou Chagas.

    Michelle Bolsonaro

    Na postagem, o general também disse que concordava com a ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, que declarou que o marido é o maior líder da direita brasileira, mas o classificou como um “líder tão estridente quanto vazio”.

    “Mas um líder tão estridente quanto vazio, sustentado por um movimento que, por falta de propostas e de outro projeto que não o de idolatria, está cada vez menor e menos capacitado para garantir um bom futuro para o Brasil”, detonou.

    Candidato ao GDF

    O general foi candidato ao GDF em 2018 e ficou em quarto lugar, com 110.973 votos, 7,35% dos votos válidos.

     

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