Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Governo retoma buscas por avião da Malaysia Airlines que sumiu há 11 anos

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    Um dos maiores mistérios do século XXI pode estar mais próximo de ser desvendado. O governo da Malásia retomou as buscas pelo voo MH370 da Malaysia Airlines, que sumiu sem deixar rastros em março de 2014. O desaparecimento da aeronave já virou filme e documentário, e é alvo de dezenas de teorias da conspiração.

    O Ministério dos Transportes da Malásia confirmou que as buscas estão sendo retomadas neste mês de dezembro. O governo contratou uma empresa norte-americana de robótica, chamada Ocean Infinity, para realizar uma busca no fundo do mar ao longo de um período intermitente de 55 dias — iniciados em 30 de dezembro.

    De acordo com o comunicado, as novas operações de busca terão como alvo áreas onde se acredita haver maior probabilidade de encontrar a aeronave desaparecida, embora detalhes sobre os locais exatos não tenham sido divulgados.

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    lunos de uma escola internacional na cidade de Zhuji, no leste da China, oram pelos passageiros a bordo do voo MH370 da Malaysia Airlines

    Getty Images2 de 3

    “Muro da esperança”, do desaparecimento do voo MH370 da Malaysia Airlines, no Aeroporto Internacional de Kuala Lumpur

    Joshua Paul/NurPhoto/NurPhoto/Corbis via Getty Images3 de 3

    voo MH370 da Malaysia Airlines

    Steve Parsons/PA Images via Getty Images

    O Boeing 777 da Malaysia Airlines deixou a capital malaia, Kuala Lumpur, com 227 passageiros e 12 tripulantes, em 8 de março de 2014. O voo tinha como destino Pequim, na China, mas desapareceu do radar horas depois da decolagem e nunca chegou na capital chinesa.

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    Dados de satélite mostraram que o avião desviou da trajetória de voo e acredita-se que caiu no sul do Oceano Índico. A tripulação não chegou a relatar nenhuma anomalia durante o voo, e os sistemas do avião não emitiram os alertas automáticos.

    Desde então, as buscas foram intensificadas em uma ampla área do oceano Índico, se tornando a pesquisa mais cara em toda a história da aviação – totalizando US$ 150 milhões. Em 2017, após três anos de buscas, as operações foram encerradas.

    A Ocean Infinity, contratada para a nova operação de busca, chegou a realizar uma pesquisa privada em 2018, mas não encontrou nada.

    Parte da asa da aeronave foi encontrada na Ilha da Reunião, território da França, em 2015, a cerca de 7,5 mil quilômetros de distância da Malásia.

    Parte da asa do Malaysia Airlines

    De acordo com as investigações do governo da Malásia, acredita-se que a aeronave tenha voado por horas após desaparecer dos radares, até ficar sem combustível e cair.

    O motivo disso é incerto. Uma das teorias mais investigadas é que a aeronave tenha sido alvo de um atentado terrorista. As autoridades descobriram que dois passageiros embarcaram com passaportes roubados de outras pessoas. Os invasores são dois cidadãos iranianos.

    No entanto, as autoridades descobriram que os indivíduos tinham passagens compradas para a Europa, o que reduziu as chances de envolvimento deles.

    Na última década, o governo da Malásia analisou diversas possibilidades, como sequestro da aeronave, sabotagem ou até mesmo que o piloto tenha decidido derrubar o avião por conta própria.

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