Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Investimentos em bioeconomia podem gerar milhares de empregos até 2050

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    O estudo “Nova Economia da Amazônia”, publicado pela WRI Brasil em 2023, estima a geração de 600 mil a 800 mil empregos até 2050 e um aumento de R$ 38,6 bilhões no Produto Interno Bruto da região caso políticas públicas e investimentos em bioeconomia sejam acertados.

    Desde junho de 2024, por meio de um decreto federal, o Brasil tem uma “Estratégia Nacional de Bioeconomia”, que aponta para a criação de um Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia (PNDBio) como instrumento de amplificação da estratégia no país.

    Baseada na experiência do Plano Estadual de Bioeconomia do Pará, em vigor há cerca de três anos e pioneiro nesse tipo de experiência governamental no país, a estratégia nacional vem apresentando algumas iniciativas de desenvolvimento.

    Prospera Sociobio

    Durante a COP 30, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) lançou duas ações voltadas à bioeconomia.

    Um deles, o Prospera Sociobio propõe, entre outros pontos, um investimento de R$ 120 milhões para iniciar seis Núcleos de Desenvolvimento chamado de “Sociobioeconomia na Amazônia”, fruto da parceria com o governo da Alemanha.

    O primeiro edital prevê a seleção de organizações regionais com experiência no fortalecimento do ecossistema de negócios sustentáveis, com um investimento inicial de R$ 70 milhões, sendo R$ 11,5 milhões para cada núcleo, que pode envolver organizações da sociedade civil, negócios da sociobioeconomia, institutos de pesquisa, ensino e extensão, institutos de ciência, tecnologia e inovação, entidades de assistência técnica e extensão rural, instituições financeiras e outros.

    Bioeconomy Challenge

    Também durante a COP 30, o MMA lançou o Bioeconomy Challenge, uma plataforma global que funcionará até 2028 com metas para transformar os 10 Princípios de Alto Nível da Bioeconomia em ações concretas.

    Envolvendo governos, empresas, academia, sociedade civil e especialistas de mais de 20 países, o Bioeconomy Challenge propõe definir metas concretas para bioeconomia, buscar financiamento e mercados e consolidar a sociobioeconomia como estratégia de desenvolvimento, envolvendo diretamente as pessoas e as comunidades.

    A iniciativa terá quatro grupos de trabalho especializados: métricas e indicadores, com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO); mecanismos de financiamento, com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID); desenvolvimento de mercado e comércio, com a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD, na sigla em inglês); e sociobioeconomia e benefícios comunitários, com World Resources Institute.

    Pioneiro a nível de Brasil, o Pará já vem alcançando escala com a bioeconomia. De acordo com os dados da Secretaria de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade, 2,3 mil negócios foram alcançados por meio do Plano Estadual de Bioeconomia, iniciado em 2022, movimentando R$ 9 bilhões em 13 cadeias produtivas.

    O montante representa hoje 3,8% do PIB do estado, atingindo mais de 400 mil famílias paraenses.

    Em outubro passado, dentro das medidas do Plano Estadual, foi entregue o Parque de Bioeconomia e Inovação da Amazônia, em Belém, integrando pesquisa e desenvolvimento a nível industrial com os saberes tradicionais, com o objetivo de transformar a biodiversidade amazônica em negócios sustentáveis.

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