Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    James Webb pode ter identificado a supernova mais antiga do universo

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    O universo tem cerca de 13,8 bilhões de anos, mas observar objetos muito distantes permite aos cientistas enxergar como ele era no passado. Isso acontece porque a luz leva bilhões de anos para viajar pelo espaço até chegar à Terra.

    Agora, um grupo de pesquisadores da Nasa afirma que o telescópio espacial James Webb (JWST) pode ter detectado a supernova mais antiga já observada, que teria explodido quando o universo tinha apenas 730 milhões de anos, o equivalente a cerca de 5% da idade atual do cosmos.

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    A possível supernova foi identificada a partir da observação de um evento de raios gama chamado GRB 250314A, detectado em 14 de março de 2025. Explosões de raios gama são fenômenos extremamente energéticos, geralmente associados à morte de estrelas muito grandes. Elas funcionam como um alerta para os astrônomos, indicando que algo extraordinário aconteceu em uma região distante do universo.

    Após o alerta inicial, telescópios em solo e no espaço passaram a observar o local do evento. Com esses dados, os cientistas conseguiram calcular a distância da explosão e concluíram que ela ocorreu em uma época muito remota da história cósmica. Em seguida, o James Webb foi apontado para a região, permitindo que os pesquisadores observassem, em infravermelho, a luz residual da supernova e a galáxia onde a estrela existia.

    Uma explosão no universo ainda muito jovem

    Segundo o estudo publicado dia 9 de dezembro na revista Astronomy & Astrophysics, a análise indica que a estrela explodiu quando o universo ainda estava em sua fase inicial, conhecida como Era da Reionização. Esse foi um período em que as primeiras estrelas e galáxias começaram a se formar e a iluminar o espaço, que antes era escuro e cheio de gás neutro.

    O mais surpreendente é que, apesar de ter ocorrido tão cedo na história do universo, a supernova apresenta características parecidas com explosões estelares observadas em épocas mais recentes. Isso sugere que estrelas massivas já se formavam e morriam de forma semelhante às atuais, mesmo quando o universo ainda tinha poucos elementos químicos pesados.

    Por que essa descoberta é importante

    Se confirmada, essa será a supernova mais distante e antiga já registrada, superando observações anteriores feitas quando o universo tinha mais de 1,8 bilhão de anos. O achado ajuda os cientistas a entender melhor como surgiram as primeiras estrelas, como elas evoluíram e como contribuíram para a formação das galáxias que existem hoje.

    Além disso, a descoberta mostra o potencial do James Webb para estudar eventos individuais extremamente distantes — algo que não era possível com telescópios anteriores. Observar uma supernova tão antiga significa acessar informações diretas sobre os primeiros ciclos de vida e morte das estrelas no universo.

    Os pesquisadores destacam que esta é apenas uma das muitas descobertas esperadas com o James Webb. Novas observações devem ajudar a confirmar a natureza da explosão e a encontrar outras supernovas ainda mais antigas, ampliando o conhecimento sobre os primeiros capítulos da história do universo.

    Ao possivelmente registrar uma supernova que explodiu há cerca de 13 bilhões de anos, o telescópio James Webb oferece uma oportunidade única de compreender como o universo começou a se transformar no ambiente complexo e cheio de estrelas que conhecemos hoje.

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