Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Jogadoras da WNBA convocam greve em meio a negociações; entenda

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    Em uma votação, 93% das jogadoras da WNBA aprovaram uma medida. Elas autorizaram o Comitê Executivo da Associação de Jogadoras da WNBA (WNBPA) a convocar uma greve. A decisão foi tomada enquanto as negociações trabalhistas com a liga seguem estagnadas, gerando tensões com as atletas e os proprietários das equipes.

    O comunicado oficial da WNBPA, divulgado na quinta-feira (18/12), esclarece que a aprovação não é um sinal imediato de paralisação, mas sim uma resposta à falta de avanço nas discussões sobre o novo acordo coletivo.

    “O voto das jogadoras não é um chamado para uma greve imediata. Pelo contrário, é uma afirmação clara de que estamos unidas e preparadas para lutar pelo que é justo. Buscamos ser tratadas com o respeito que merecemos, e nossas reivindicações são justas e razoáveis”, disse.

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    Caitlin Clark e colegas na WNBA

    Dylan Buell/Getty Images)2 de 2

    Steph Chambers/Getty Images

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    A principal reclamação das jogadoras está centrada em torno de questões salariais e a divisão de receitas. As atletas exigem uma maior participação nos lucros da liga, além de melhorias em condições de trabalho, como viagens em voos fretados e padrões mais elevados para as instalações das equipes.

    A negociação de benefícios de aposentadoria e o apoio ao planejamento familiar também são prioridades para as jogadoras.

    Lembre

    Em outubro, o comissário da NBA, Adam Silver, anunciou que as atletas deveriam receber aumentos significativos de salário no próximo acordo coletivo de trabalho (CBA), que substituiu o atual que expira em 31 de outubro.

    De acordo com o termo, atualmente, as jogadoras da WNBA recebem cerca de 9% da receita da liga, enquanto os atletas da NBA recebem aproximadamente 50%.

    No momento, os salários das jogadoras da WNBA variam de US$ 66 mil a US$ 249 mil, dentro de um teto salarial de US$ 1,5 milhão por time. Silver argumentou que essa diferença se deve ao tamanho e à escala financeira das duas ligas, tornando inadequada uma comparação direta entre as porcentagens.

    “Acho que você deveria analisar em números absolutos, em termos do que eles estão ganhando. E eles vão ter um grande aumento neste ciclo de negociação coletiva, e eles merecem”, disse.

    As negociações para o novo CBA estão em andamento, com a expectativa de que um acordo seja alcançado antes do início da temporada de 2026. Além de aumentos salariais, as jogadoras estão buscando melhorias em benefícios, um teto salarial mais flexível e um sistema de divisão de receitas mais equitativo.

    A disparidade salarial entre a NBA e a WNBA evidencia as diferenças de receita, visibilidade e investimento histórico entre o basquete masculino e feminino nos Estados Unidos.

    De acordo com o Spotrac, enquanto LeBron James, estrela dos Los Angeles Lakers, recebe um salário base de mais de US$ 52 milhões por temporada, A’ja Wilson, referência do Las Vegas Aces e múltiplas vezes MVP da WNBA, tem um salário base de cerca de US$ 200 mil dólares. Essa diferença astronômica, que ultrapassa 260 vezes apenas considerando os salários, exibe a realidade financeira das duas ligas.

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