Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Líder do PL vê “jogo de cena” após Messias se opor a decisão de Gilmar

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    Líder do PL no Senado Federal, Carlos Portinho classificou como “jogo de cena” o parecer emitido pelo advogado-geral da União, Jorge Messias, contrário à decisão de Gilmar Mendes que estipula que apenas o procurador-geral da República tem competência para iniciar processos de impeachment contra ministros do STF.

    Questionado pela coluna nesta quinta-feira (4/12), Carlos Portinho respondeu: “Vejo jogo de cena e teatro. Um levanta a bola para o outro cortar. Isso é conhecido no esporte. O STF e seus amigos da PGR e da AGU estão brincando com o Senado. Por isso, chegou a hora de o Senado dar um basta nisso. Espero que o presidente [do Senado] Alcolumbre se posicione de forma duríssima sobre todo esse ‘engana que eu gosto’ e esse jogo de cena”.

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    O AGU Jorge Messias

    BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto2 de 3

    O ministro do STF Gilmar Mendes

    KEBEC NOGUEIRA/ METRÓPOLES @kebecfotografo3 de 3

    Presidente do Senado, Davi Alcolumbre

    BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

    Para o líder do partido de Bolsonaro, Messias tenta se cacifar junto a senadores em busca de votos para ser aprovado para a vaga de Luís Roberto Barroso no STF. O presidente Lula indicou o atual ministro-chefe da AGU em novembro, mas a data da sabatina no Senado foi adiada e segue indefinida.

    Em seu parecer, Messias defendeu a legitimidade popular para a apresentação, por qualquer cidadão, de denúncias por crime de responsabilidade para a abertura de processos de impeachment contra magistrados da Suprema Corte.

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    Messias se manifestou porque, na decisão liminar que alterou a Lei de Impeachment, Gilmar Mendes determinou que a Advocacia-Geral da União se posicionasse sobre o tema.

    No Senado Federal, a iniciativa de Gilmar conseguiu unir o Parlamento. O ministro recebeu críticas do chefe da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil), de políticos de oposição como Flávio Bolsonaro (PL), e do líder do governo no Congresso Nacional, Randolfe Rodrigues (PT).

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