Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Nasa conclui montagem do telescópio mais moderno já feito: “Revelador”

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    Em busca de novas tecnologias mais avançadas para a exploração espacial, a Nasa anunciou no final de novembro a conclusão da montagem do Telescópio Nancy Grace Roman. Para terminar o projeto, foram adicionadas as principais partes da estrutura: o instrumento de Campo Amplo (WFI) e o instrumento coronógrafo (CGI).

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    Baseado na tecnologia infravermelha, a expectativa é que o telescópio se torne o mais “revelador” entre todos equipamentos ópticos ativos atualmente e tomará conta das principais descobertas espaciais do mundo.

    Os principais objetivos dele serão investigar a energia escura do Universo, identificar mais exoplanetas — e, quem sabe, até fazer um “censo” de todos eles –, e detectar buracos negros primordiais, além passar um “pente fino” no espaço em busca de planetas semelhantes à Terra e com potencial de serem habitáveis. Os pesquisadores buscam saber se estamos ou não sozinhos no Universo.

    “Com a construção da Roman concluída, estamos à beira de descobertas científicas inimagináveis. Nos primeiros cinco anos da missão, espera-se que sejam revelados mais de 100 mil mundos distantes, centenas de milhões de estrelas e bilhões de galáxias. Podemos aprender uma quantidade enorme de novas informações sobre o universo muito rapidamente após o lançamento”, exalta a cientista sênior do projeto Roman na Nasa, Julie McEnery, em comunicado.

    Após a conclusão, o telescópio passará por testes rigorosos e, caso seja aprovado, será levado ao Centro Espacial Kennedy, na Flórida, onde será lançado ao espaço. A expectativa é que ele viaje em maio de 2027 com a ajuda do foguete Falcon Heavy da SpaceX. No entanto, os cientistas tentam antecipar o voo para o final de 2026.

    Como funciona o novo telescópio

    O grande diferencial do novo telescópio está em seus dois instrumentos principais. O WFI é uma câmera extremamente detalhista, com 288 megapixels. Para se ter uma ideia, em comparação ao Telescópio Espacial Hubble, o Roman tem uma visão 100 vezes maior e permitirá um estudo mais aprofundado de mistérios espaciais, como a energia escura.

    Já o CGI será essencial para a detecção de novos exoplanetas. O novo coronógrafo bloqueia a luz das estrelas, permitindo a visualização de mais exoplanetas e discos de formação de exoplanetas. Atualmente, o brilho estelar bloqueia a visão dos cientistas na busca de novos planetas e a tecnologia inovadora foi desenvolvida justamente para resolver o problema.

    Outro atributo importante é sua autonomia: ao contrário de outros telescópios infravermelhos, o Roman não depende de fluidos para manter a própria temperatura baixa, evitando problemas de falta de refrigeração, por exemplo.

    Inicialmente, a expectativa é que a missão do telescópio dure cinco anos, podendo ser prorrogada para mais cinco. Estima-se a geração de 20 mil terabytes de dados durante o período inicial no espaço.

    “Com o Roman funcionando como um observatório completo, estamos um passo mais perto de entender o universo como nunca antes. Não poderia estar mais orgulhosa das equipes que nos trouxeram até aqui”, aponta a administradora da Diretoria de Missões Científicas da Nasa, Nicky Fox.

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