Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    PF desmantela rede internacional de exploração sexual de brasileiras

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    A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quarta-feira (10/12), uma operação contra um esquema transnacional responsável por aliciar mulheres brasileiras por meio das redes sociais e explorá-las sexualmente em países da Ásia e da Europa. Até o momento, cerca de 100 vítimas foram identificadas.

    Batizada de Rufiã, a ação tem como objetivo desarticular duas organizações criminosas envolvidas no recrutamento e envio das vítimas para o exterior. Durante a operação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão no Distrito Federal (DF) e em Goiás (GO), além do bloqueio de bens e valores que podem chegar a R$ 58 milhões. Também foram expedidos mandados de prisão preventiva contra as principais investigadas.

    O esquema

    Uma das líderes do grupo foi presa em Goiás. Segundo a PF, ela é apontada como responsável pela manutenção de redes transnacionais de exploração sexual, com atuação em países como Sérvia, Jordânia, Israel, Áustria, Croácia, Emirados Árabes Unidos e Montenegro.

    As investigações apontam que as vítimas eram recrutadas por meio de redes sociais e aplicativos de mensagens, com promessas de altos ganhos e viagens financiadas. No exterior, elas eram submetidas a condições degradantes, jornadas exaustivas, retenção de documentos, ameaças, chantagem, coação e monitoramento constante por aplicativos de geolocalização.

    A operação conta com cooperação internacional, por meio da Europol, e é realizada simultaneamente no Brasil e na Europa, com foco na coleta de provas e na responsabilização dos envolvidos.

    A mulher presa poderá responder pelos crimes de tráfico internacional de pessoas, redução à condição análoga à de escravo e organização criminosa.

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