Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 

“Prefeitura pode regulamentar mototáxi, mas não proibir”, diz entidade

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A sanção do prefeito Ricardo Nunes (MDB) à lei que estabelece regras para o funcionamento do mototáxi na cidade de São Paulo foi recebida com críticas por parte da Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec), que representa Uber e 99 e vai judicializar a questão.

O texto aprovado pela Câmara na segunda-feira (8/12) foi considerado ainda mais restritivo é uma versão piorada do que aquele apresentado em primeira votação na última quinta (4/12), o que desagradou as empresas.

“A lei permaneceu com todas aquelas restrições. Na verdade, é uma proibição disfarçada de regularização”, afirma o diretor executivo da Amobitec, André Porto. “A prefeitura pode regulamentar, mas não proibir. O que a gente está vendo ali, efetivamente, são medidas que proíbem, disfarçadas de regulamentação”, diz.

A falta de um decreto para regulamentar a lei também deixou vazios na interpretação. Maneira como será feito o cadastro das empresas e o formato do curso exigido para os motociclistas são alguns dos pontos que merecem atenção, segundo Porto.

“As balizas da regularização, da não-proibição, já foram traçadas pelo judiciário. A gente vai avaliar em que medida a lei está proibindo e não regulamentando”, diz.

Porto afirma que é notório que Nunes age contra a implementação do serviço, que é chamado de motoapp pelas empresas, por ser uma modalidade privada, diferentemente do mototáxi, que é outorgado pela administração municipal. A discussão é a mesma que envolveu táxis e carros por aplicativo na década passada.

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Restrições como a exigência da placa vermelha, motos com no mínimo de 150 cc e proibição de embarque e desembarque perto de terminais e ônibus afetam estruturalmente e inviabilizam a implementação do serviço.

Segundo o representante da Amobitec, ao longo dos últimos dois anos não houve diálogo da prefeitura com as empresas. “A gente segue aberto a discutir, mas não vê interesse da prefeitura”, afirma.

O diretor-executivo da Amobitec diz que o tema está sendo tratado com urgência pelas empresas. Entretanto, ainda não há uma previsão de quando pretendem retomar o serviço. “São Paulo é a única cidade do Brasil onde esse serviço não é permitido”, diz.

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