Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Preso, presidente da Alerj teve altos e baixos com Castro e Bolsonaro

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    Preso nesta quarta-feira (3/12) pela Polícia Federal, o presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar (União Brasil), teve uma relação de altos e baixos com o clã Bolsonaro.

    Em maio de 2025 — ou seja, antes de ser preso —, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) chegou a conversar com Bacellar e sinalizar apoio à candidatura do deputado estadual ao governo do Rio em 2026.

    Pelo acerto da época, Bolsonaro apoiaria a candidatura de Bacellar a governador. Em troca, o ex-presidente indicaria o candidato a vice. Além disso, o PL teria direito às duas vagas ao Senado na chapa.

    A relação, porém, estremeceu já em julho, quando o presidente da Alerj assumiu provisioriamente o governo do Rio e imediatamente exonerou o então secretário estadual de Transportes, Washington Reis (MDB).

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    Reis é próximo da família Bolsonaro e é apontado como possível candidato do bolsonarismo ao Palácio Guabanara no próximo ano, caso o emedebista consiga reverter na Justiça sua inelegibilidade.

    Desde o episódio, o clã Bolsonaro se afastou de Bacellar. Entre eles, o senador Flávio Bolsonaro (RJ-RJ), que cobrou a revogação da demissão de Reis e colocou em dúvida o apoio ao presidente da Alerj em 2026.

    Governador também tem relação difícil

    Aliado ao bolsonarismo, o governador do Rio, Cláudio Castro (PL), também teve uma relação de altos e baixos com Bacellar. Os dois eram próximos, mas se afastaram após o episódio da demissão de Reis.

    Nos bastidores, o governador alegou que o presidente da Alerj exonerou o emedebista sem consultá-lo, horas após o Castro viajar ao exterior e deixar o comando do estado, interinamente, para Bacellar.

    Ao retornar ao Rio, o governador tentou renomear Reis, mas foi pressionado a manter a demissão pelo presidente da Assembleia, que pasosu a ameaçar Castro de abrir um processo de impeachment.

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