Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 

Primeira audiência das gêmeas do crime terá até intérprete em árabe

Por

A Justiça de Guarulhos, na Grande São Paulo, determinou que a audiência de instrução do caso Hayder Mhazres — tunisiano morto por envenenamento — conte obrigatoriamente com uma intérprete de árabe. O estrangeiro é uma das quatro vítimas atribuídas às irmãs gêmeas Ana Paula Veloso Fernandes e Roberta Cristina Veloso Fernandes, que seguem presas por tempo indeterminado.

A medida foi tomada porque um dos depoentes-chave, Hazem Mhazres, irmão da vítima, não fala português e será ouvido entre os dias 6 e 8 de abril do ano que vem, quando as rés enfrentarão, pela primeira vez, um interrogatório judicial completo.

O intérprete ficará responsável pela tradução de cada pergunta e resposta durante o depoimento do familiar de Hayder Mhazres. A ordem veio no mesmo despacho que manteve as duas acusadas presas preventivamente — decisão fundamentada na avaliação de que elas representam “periculosidade acentuada” e poderiam interferir na coleta de provas se soltas.

14 imagensFechar modal.1 de 14

Ana Paula Veloso, apontada pela polícia com a serial killer de Guarulhos

Reprodução2 de 14

Arte Alfredo Henrique/Metrópoles3 de 14

As vítimas da serial killer Ana Paula Veloso

Arte/Metrópoles4 de 14

Ana Paula Veloso, apontada pela polícia com a serial killer de Guarulhos

Reprodução5 de 14

Ana Paula Veloso, apontada pela polícia com a serial killer de Guarulhos

Reprodução6 de 14

Criminosa está presa desde setembro

Reprodução/TJSP7 de 14

Na casa dela foi encontrado veneno

Reprodução/TJSP8 de 14

Ana Paula Veloso Fernandes, apontada pela polícia como a serial killer de Guarulhos

Reprodução/TV Globo9 de 14

Ana Paula Veloso Fernandes, apontada pela polícia como a serial killer de Guarulhos

Reprodução/TV Globo10 de 14

Roberta Veloso, irmã da serial killer de Guarulhos Ana Paula Veloso, também foi indiciada por 4 mortes

Reprodução/TV Globo11 de 14

Uma da vítimas foi morta após encontro via app

Reprodução/TJSP12 de 14

Acusada está envolvida em ao menos quatro mortes por envenenamento

Reprodução/TJSP13 de 14

Ana Paula confessou ter matado colega de moradia à polícia

Reprodução/TJSP14 de 14

Reprodução/Redes Sociais

A convocação da intérprete é mais um capítulo de um caso que ganhou contornos internacionais. Como o Metrópoles revelou, o corpo do tunisiano, sepultado no país de origem, será exumado a pedido da Polícia Civil paulista. O procedimento permitirá um novo exame toxicológico, já que o sangue coletado no Brasil não era suficiente para detectar substâncias de metabolização rápida, frequentemente envolvidas em mortes por envenenamento.

O cenário da audiência

A audiência de abril foi estruturada em um bloco de três dias, prática usada em processos de homicídio com grande volume de testemunhas. No dia 6, serão ouvidos brasileiros que conviveram com Hayder e conhecem detalhes dos últimos movimentos da vítima. No dia 7, entram em cena três brasileiros e Hazem Mhazres, que exigiu a necessidade da intérprete. No dia 8, encerrando o ciclo, as acusadas Ana Paula e Roberta serão interrogadas pessoalmente.

As duas negaram participação nos crimes e tentaram, sem sucesso, encerrar o processo antes da fase de instrução. Ambas argumentaram, por meio da defesa, que a denúncia se apoia em “indícios parciais” e “suposições anêmicas”. O juiz rejeitou as teses por considerar haver elementos suficientes para seguir com a apuração.

O que são audiências de instrução

No jargão jurídico, a audiência de instrução é o momento em que a Justiça “abre o tabuleiro” do processo: testemunhas são ouvidas sob juramento; as partes fazem perguntas diretas com possibilidade de confronto; os réus falam ao juiz, podendo responder ou se manter em silêncio. Com isso, o magistrado, ao final, sai com o material necessário para formar convicção sobre culpa ou inocência.

Morte cruzando fronteiras

A morte de Hayder Mhazres cruzou fronteiras. O corpo foi enviado rapidamente à Tunísia e só agora — por pressão da investigação brasileira — passará por análises mais aprofundadas.

A viabilização da exumação envolveu a Polícia Civil de São Paulo, o Ministério das Relações Exteriores, a Embaixada do Brasil na Tunísia e a Interpol. A família, que inicialmente resistia ao procedimento por motivos religiosos, acabou autorizando a exumação.

A expectativa é que Hazem, com ajuda da intérprete que fará a tradução literal de perguntas e respostas, detalhe o que viu e ouviu antes e depois da morte do irmão. Seu depoimento pode fortalecer ou enfraquecer a tese de envenenamento — ponto central para definir o rumo do processo contra Ana Paula e Roberta em uma das quatro mortes atribuídas às irmãs.

Sair da versão mobile