Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    Proliferação de satélites atrapalhará 96% das imagens de telescópios

    Por

    Com o avanço tecnológico, cada vez mais empresas estão lançando satélites ao espaço. Por lá, eles são capazes de monitorar o ambiente espacial, além de facilitar a comunicação e navegação de astronautas. No entanto, esse aumento exacerbado também traz prejuízos, principalmente por meio da poluição espacial.

    Leia também

    Um estudo publicado nessa quarta-feira (3/12) aponta que a proliferação de satélites atrapalhará cerca de 96% das imagens capturadas por telescópios na Terra: uma única foto pode conter até 92 rastros de satélites no futuro.

    O impacto da interferência é justamente nas descobertas espaciais, visto que “pedaços” dos objetos podem ser facilmente confundidos com asteroides. A pesquisa liderada por cientistas norte-americanos foi publicada no periódico Nature.

    Quando se fala em números, o cenário se torna mais nebuloso para o futuro: no momento, há cerca de 15 mil satélites no espaço, porém a tendência é que várias empresas lancem muitos outros aparelhos no futuro. Uma das mais famosas e ativas no mercado espacial, a SpaceX sozinha planeja aumentar sua frota para cerca de 34 mil objetos.

    Simulações mostram perigos dos satélites

    Para chegar aos resultados, foram realizadas simulações computacionais de quatro telescópios em órbita baixa da Terra – cerca de 160 a 2 mil km acima da superfície terrestre. Alguns deles estão em funcionamento, como o Telescópio Espacial Hubble e o Observatório SPHEREx, ambos da Nasa. Já os outros dois ainda não, como Telescópio Espacial Xuntian da China (lançamento previsto para 2026) e a missão ARRAKIHS da Agência Espacial Europeia (ESA), com lançamento previsto para 2030.

    Os 18 meses simulados tiraram fotos espaciais fictícias com números alternados de satélites em órbita. Os resultados mostraram que com 560 mil satélites – um número totalmente “alcançável” no futuro –, os rastros poderão contaminar de 40% a 96% das imagens dos instrumentos ópticos. Se o número chegar a um milhão, uma única imagem pode ter até 165 rastros de satélites.

    “Nesse ritmo, teremos menos descobertas, imagens menos interessantes e, em geral, menos conhecimento. Se as suas imagens parecerem estar repletas de asteroides, é muito possível que você não veja um asteroide de verdade, e sim rastros de satélites”, afirma o autor principal do estudo, Alejandro Borlaff, em comunicado.

    Ainda segundo Borlaff, a poluição espacial também pode atrapalhar a detecção de fenômenos raros, como explosões de raios gama.

    Para solucionar o problema, os pesquisadores apontam que as empresas devem trabalhar juntas para compartilhar o espaço aéreo sem prejudicar novas descobertas, algo muito distante de acontecer devido a disputas geopolíticas.

    Siga a editoria de Saúde e Ciência no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto!

    Sair da versão mobile