Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Sergio Camargo: abertura da megaexposição do escultor no DF será na quarta-feira (10/12); veja detalhes

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    A megaexposição inédita de Sergio Camargo no Distrito Federal será lançada na quarta-feira (10/12), a partir das 19h, em um evento gratuito e aberto ao público no Teatro Nacional Claudio Santoro. Será a oportunidade de conferir, em primeira mão, o acervo do escultor brasileiro que é considerado um dos mais geniais do mundo. A mostra promovida pelo Metrópoles transforma o Foyer da Sala Villa-Lobos em algo além de um espaço expositivo: vira um percurso de percepções, onde a matéria respira e a luz costura as formas que marcaram a trajetória do artista.

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    Com entrada livre, os espectadores são convidados a atravessar esse território sensorial e encontrar — em cada corte, curva e superfície — os sentidos de um criador que reinventou a maneira de esculpir silêncio, ritmo e profundidade. Para o curador Marcello Dantas, Camargo é o maior escultor brasileiro.

    “Morreu cedo, aos 60 anos, porém, teve grande reconhecimento em vida. Foi o primeiro artista brasileiro a ultrapassar a marca de US$ 1 milhão em um leilão internacional. Foi chamado para fazer o Palácio do Itamaraty aos 35 anos. Estudou com Lúcio Fontana e tinha grande bagagem e reconhecimento internacional”, exemplifica.

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    Ateliê de Sergio Camargo no Rio de Janeiro

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    Sergio Camargo é considerado um dos mais premiados escultores brasileiros

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    Sergio Camargo é um dos poucos brasileiros com trabalhos no MoMA, em Nova York

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    A exposição é gratuita e aberta ao público

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    “Teve papel importante na arte do Brasil: aproximou críticos internacionais da arte brasileira. Foi ele quem fez a ponte. Se o mundo conhece Hélio Oiticica e Lygia Clark, é devido à ponte que ele estabeleceu, pois morava em Paris e conectou essas redes”, destaca.

    A trajetória de Camargo revela o sucesso desde novo. Aos 23 anos, em 1953, abriu a primeira galeria de arte contemporânea brasileira. “Ele pavimentou caminhos. Muitos artistas que vieram depois tiveram êxito porque ele abriu essas trilhas. Ele estaria fazendo 95 anos agora. Poderia estar vivo. Morreu cedo, no entanto, deixou muita obra, muita linguagem e uma história potente.”

    Camargo permanece como um criador singular dentro da arte construtiva no Brasil

    “Ao criar um sistema visual, ele permite que outros artistas continuem a linguagem. Ele criou o alfabeto; agora os outros escrevem suas poesias. Além disso, era muito generoso, amigo dos artistas mais jovens, e muitos o visitavam. Era muito aberto e vibrante, apaixonado…”, reforça.

    A exposição é uma das maiores em quantidade de obras do escultor e reforça o papel do Metrópoles como um dos grandes players da cultura brasileira. E o projeto ganha um palco à altura: o Foyer da Sala Villa-Lobos, no majestoso Teatro Nacional de Brasília — um espaço simbólico para a arte e para a cidade. A partir de 10 de dezembro, o público poderá circular gratuitamente pela mostra, que permanece aberta até 6 de março.

    Serviço

    Exposição “É Pau, é Pedra…”, de Sergio Camargo, realizada pelo Metrópoles
    Visitação de 10 de dezembro a 6 de março, no Foyer da Sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional

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