Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    SP: Justiça barra veto a professores por “perfil” em escolas estaduais

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    A Justiça suspendeu, nesta quarta-feira (17/12), uma resolução do governo de São Paulo que havia mudado as regras para que professores da rede estadual escolham em quais escolas querem trabalhar no próximo ano. Pela medida da gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos), a partir de 2026, os diretores das unidades iriam poder vetar um educador baseado no “perfil” dele.

    Os docentes poderiam ser barrados se tivessem sido classificados em faixas consideradas abaixo do ideal no processo geral de avaliação. No entanto, o vereador Celso Gianazzi entrou com uma ação pública jurídica contestando a legalidade de critérios subjetivos utilizados e a inclusão do “bônus” em uma fórmula de aceleração de pontuação para fins de classificação.

    “O ‘bônus’ não tem qualquer relação com os critérios de tempo de serviço, habilitação e qualificação, inerentes à carreira do magistério, por isso vincular a classificação do professor a tal índice instaura uma situação desproporcional entre os docentes”, apontou a juíza Simone Gomes Rodrigues Casoretti, da 9ª Vara de Fazenda Pública.

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    Pela regra atual, os professores definem as escolas nas quais gostariam de trabalhar. A prioridade na hora de fazer a escolha é dos educadores com mais tempo de rede, com mais experiência acadêmica e com menos faltas, por exemplo.

    Como funcionaria a escolha

    • De acordo com um vídeo obtido pelo Metrópoles, que mostra o secretário de Educação, Renato Feder, explicando como funcionaria a medida, as Unidades Regionais de Ensino (URE) fariam entrevistas com educadores que tenham recebido a indicação para transferência pelos diretores.
    • Na entrevista, eles teriam de responder a perguntas sobre planejamento de aula, por exemplo. Depois, cada professor receberia uma nota das equipes da URE.
    • Os professores avaliados como “amarelo” ou “vermelho” poderiam receber a indicação para serem transferidos da escola. Os considerados “verdes”, com as notas maiores — não poderiam ser realocados, permanecendo onde estão.
    • Os diretores das escolas teriam acesso a um sistema por meio do qual poderão assistir a entrevista, ver a nota atribuída pela URE, e indicar se querem ou não que aqueles professores trabalhem na escola.
    • Segundo o vídeo, caso o diretor indicasse que não queria um determinado professor na escola, no momento de atribuição de aulas o educador não conseguirá escolher aquela unidade como opção.

    O que diz a Seduc

    Em nota, anteriormente, a Secretaria da Educação (Seduc) disse que todas as políticas e programas implementados pela pasta são construídos “a partir do diálogo com a comunidade escolar, com foco na melhoria da aprendizagem dos estudantes”.

    “A medida apresentada visa aperfeiçoar o processo de alocação de docentes, ampliando a participação dos diretores na escolha dos profissionais que atuarão em suas unidades. A proposta busca fortalecer a gestão pedagógica em todas as escolas da rede estadual e contribuir para a melhoria contínua da qualidade do ensino”, destacou o texto.

    A possibilidade de veto dos diretores ocorreu no mesmo momento em que o governo enviou à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) um projeto de lei que prevê considerar oficialmente a avaliação de desempenho dos professores como um critério para promoção. A proposta 1316/2025 ainda não foi votada.

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