Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    Sri Lanka: ciclone causa maior desastre natural após o tsunami de 2004

    Por

    O número de mortos em enchentes e deslizamentos desencadeados pelo ciclone Ditwah subiu drasticamente para 334 nesse domingo (30/11), informou a agência de desastres do Sri Lanka . Outras 400 pessoas estão desaparecidas, enquanto a magnitude dos danos começa a vir à tona.

    Estima-se que o total de afetados na ilha chegue a 1,3 milhão, enquanto ao menos 148 mil deslocados se encontram em abrigos temporários.

    Trata-se do maior desastre natural a atingir a ilha em duas décadas, desde o tsunami que matou pelo menos 31 mil pessoas em 2004 e deixou um milhão de desabrigados.

    Leia também

    Também neste fim de semana, mais de 500 pessoas morreram depois que fortes chuvas atingiram Indonésia, Malásia e Tailândia, no Sudeste Asiático.

    Autoridades do Sri Lanka disseram que equipes de resgate ainda trabalham para liberar estradas bloqueadas por árvores caídas e deslizamentos de terra. O presidente Anura Kumara Dissanayake declarou estado de emergência e pediu apoio internacional para a reconstrução do país.

    A chuva havia diminuído em todo a ilha neste domingo, mas áreas baixas da capital continuavam alagadas. A expectativa é que as inundações baixassem em pelo menos um dia, uma vez que a previsão era de tempo seco. O ciclone Ditwah seguiu para o norte, em direção à Índia, no sábado.

    Rastro de destruição

    Selvi, moradora do subúrbio de Wennawatte, na capital Colombo, deixou sua casa alagada levando quatro sacolas com roupas e objetos de valor.

    “Minha casa está completamente inundada. Não sei para onde ir, mas espero que haja algum abrigo seguro aonde levar minha família”, disse.

    Outra moradora de Wellawaya, na região central do Sri Lanka, disse a repórteres após chegar a um abrigo: “Vi árvores caindo e se movendo junto com as pedras. Temos medo de voltar para casa.”

    A queda no nível da água na cidade de Manampitiya, a 250 quilômetros de Colombo, também revelou um enorme rastro de destruição. “Manampitiya é uma cidade propensa a enchentes, mas nunca vi um volume de água assim”, disse S. Sivanandan, um morador local de 72 anos.

    Ajuda internacional

    Um helicóptero que transportava alimentos para parte dos afetados caiu em um rio durante as operações de socorro. Os cinco tripulantes foram levados a um hospital próximo.

    Outra aeronave enviada pela Índia resgatou 24 pessoas na cidade de Kotmale, a cerca de 90 quilômetros da capital, informaram autoridades.

    O Paquistão também enviou equipes de resgate, segundo a Força Aérea do Sri Lanka, enquanto o Japão mandará uma equipe para avaliar as necessidades imediatas.

    A Organização Nacional de Pesquisa de Construções, que monitora a estabilidade das encostas, alertou para alto risco de novos deslizamentos, já que os morros continuam saturados de água. Já o Serviço Nacional de Transfusão de Sangue informou que os estoques estavam baixos.

    A pior enchente desde o início do século no país ocorreu em junho de 2003, quando 254 pessoas morreram.

    Sair da versão mobile