Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    STF fecha ano com sigilo no Master, defesa de penduricalho e blindagem

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    Nos últimos dias, os jornais trouxeram diversos artigos pedindo autocontenção por parte do Supremo Tribunal Federal (STF). Uma vez encarcerado o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e seus companheiros do núcleo principal da trama golpista, seria hora de a Suprema Corte se retrair a um papel mais tradicionalmente associado às cortes constitucionais das democracias liberais.

    Caberia ao STF reconhecer os excessos cometidos e dar um passo atrás. Críticos da Corte mencionam sempre a existência de inquéritos intermináveis abertos por conta própria; a suspensão sigilosa de contas em redes sociais; a escolha de ofício de relatores; e o julgamento de pessoas sem foro no STF, entre outros pontos. Afinal, já caminha para o sétimo aniversário o “inquérito das fake news”, instaurado em março de 2019.

    No entanto, o que aconteceu foi o oposto disso. Mal Jair Bolsonaro esquentou a cama de seu quarto na superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília, os ministros do Supremo decidiram pisar no acelerador.

    Em apenas três dias, integrantes da Corte colocaram em sigilo absoluto as investigações sobre o Banco Master, de Daniel Vorcaro; fizeram a defesa aberta de um dos penduricalhos mais detestáveis da magistratura, o “quinquênio”; e decidiram se autoblindar de eventual processo de impeachment.

    Pretextando a menção a um parlamentar nas investigações sobre o caso Master, a defesa de Daniel Vorcaro pediu que o caso tramitasse na Suprema Corte. Toffoli foi sorteado como relator e decidiu prontamente aumentar o nível de sigilo da ação para o grau máximo. Agora, nem mesmo as iniciais do réu ou de seus advogados constam no processo.

    O parlamentar em questão é o deputado federal João Carlos Bacelar (PL-BA). Ao cumprir medida de busca e apreensão contra Vorcaro, a Polícia Federal encontrou com ele um documento mencionando Bacelar no contexto de uma transação imobiliária.

    Já a defesa do “penduricalho” ficou a cargo de Alexandre de Moraes. Discursando ontem (2/12) para uma plateia de juízes no 19º Congresso Nacional do Poder Judiciário, em Florianópolis (SC), Moraes pediu a volta do chamado “adicional por tempo de serviço”, o quinquênio.

    O penduricalho proporciona um aumento automático para os juízes a cada 5 anos de carreira. A benesse teve o pagamento suspenso entre os anos de 2006 e 2022. Posteriormente, deixou de ser paga quando os juízes passaram a ser remunerados por meio de subsídio.

    No fim do ano passado, STJ e TST aprovaram a volta do pagamento do quinquênio para seus juízes. No entanto, o benefício segue suspenso no STF. No começo do ano passado, a Suprema Corte chegou a discutir o tema, mas o julgamento foi suspenso por um pedido de vista do ministro Gilmar Mendes.

    “Nós temos que defender a valorização da carreira com a volta da Adicional para o Tempo de Serviço. Foi um erro. Foi um erro isso (acabar com o quinquênio). Não é possível que alguém que ingresse (na magistratura) ganhe a mesma coisa que alguém que está há 40 anos, e que o aposentado depois perca vários benefícios e tenha um decréscimo gigantesco nos seus vencimentos”, disse Moraes em Florianópolis.

    Finalmente, na manhã desta quarta-feira, Mendes tomou uma medida preemptiva contra a eventual aprovação de um processo de impeachment de ministro do STF por parte do Senado Federal.

    A decisão foi liminar, isto é, provisória, em uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) ingressada pelo presidente nacional do Solidariedade, o deputado federal Paulinho da Força (SD-SP).

    Na ação, apresentada em setembro deste ano, Paulinho pedia que o STF disciplinasse o rito para o impeachment de ministros do Supremo. Pelas regras atuais, argumentava o deputado paulista, bastariam meros 41 senadores para dar início ao trâmite de remoção de um integrante da Suprema Corte.

    A decisão de Gilmar precisará agora ser ratificada pelos demais ministros. No texto, o ministro decide por “suspender, em relação aos membros do Poder Judiciário, a expressão ‘a todo cidadão’ inscrita no art. 41” da Lei do Impeachment.

    “É permitido a todo cidadão denunciar perante o Senado Federal os Ministros do Supremo Tribunal Federal”, diz o trecho da Lei do Impeachment atacado na decisão de Mendes.

    Para o ministro, trata-se de garantir o direito dos ministros do STF de decidirem conforme a própria consciência, sem serem punidos por realizar seu trabalho.

    “Admitir a punição de juízes por decisões com as quais não se concorda politicamente significa transformar a independência em submissão, a toga em mordaça e a divergência em delito”, escreveu ele. “Essa imunidade de responsabilização política, civil ou criminal é a consequência lógica e necessária da própria independência funcional do juiz”, completou Gilmar.

    O temor dos ministros do STF não é sem fundamento. Com base em pesquisas da Real Time Big Data, a coluna calculou que as hostes bolsonaristas no Senado podem chegar a até 44 nomes no ano que vem. Seria o suficiente para eleger o futuro presidente da Casa Alta do Legislativo — o que aumenta os riscos para os magistrados.

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