Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Travou: Sabatina de Messias ao Supremo fica para 2026

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    A aguardada sabatina de Jorge Messias, indicado pelo presidente Lula para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), não acontecerá mais este ano. Em meio a um cenário de tensão velada entre o Executivo e o Legislativo, a confirmação do nome do Advogado-Geral da União ficará para 2026. O adiamento é resultado direto de manobras políticas lideradas pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que impôs um “freio” no processo.

    O Embate nos Bastidores

    A indicação de Messias, embora oficializada pelo presidente Lula no Diário Oficial, encontrou barreiras no Senado. Davi Alcolumbre alegou não ter recebido a documentação formal necessária para dar andamento ao rito, criando um impasse.

    A demora no envio da documentação por parte do governo foi, na verdade, uma estratégia deliberada, avalia Ricardo Noblat. O objetivo seria ganhar tempo para que Messias realizasse o tradicional “beija-mão” — o rito de visitar gabinetes, conversar com senadores e angariar os votos necessários, uma espécie de “pré-sabatina” individual. Alcolumbre, por sua vez, tentou acelerar a marcação da data justamente para encurtar essa janela de articulação política do indicado de Lula.

    Lula Nega Crise, Mas Critica o Orçamento

    Apesar do travamento na pauta do STF, o presidente Lula negou publicamente a existência de uma crise institucional com o Senado. Em declaração recente, Lula afirmou: “Vocês acham que nós do governo temos algum problema contra o Congresso Nacional? A gente não tem”

    No entanto, o presidente não poupou críticas ao modelo atual de distribuição de recursos, classificando o controle de 50% do orçamento da União pelo Congresso, através das emendas impositivas, como um “grave erro histórico”.

    A Confirmação do Adiamento

    O senador Randolfe Rodrigues, líder do governo, confirmou a inviabilidade da votação ainda em 2025. Segundo o senador, a suspensão da data por Alcolumbre, somada à ausência de encaminhamento formal e ao prazo exíguo até o recesso parlamentar, tornou a sabatina impraticável este ano. “É um tema que vamos tratar no ano que vem”, sentenciou Rodrigues.

    Messias Tenta Agradar o Senado

    Em um movimento para conquistar a simpatia dos parlamentares, Jorge Messias chegou a solicitar ao ministro Gilmar Mendes que reconsiderasse a decisão que limitava quem poderia pedir o impeachment de ministros do Supremo. A atitude foi lida como uma tentativa de fazer “média” com a classe política, mas o pedido foi negado por Gilmar Mendes, que considerou o pleito sem cabimento.

    O Saldo Político

    Ironicamente, o adiamento forçado por Alcolumbre pode acabar beneficiando o Palácio do Planalto. Com a sabatina jogada para 2026, Jorge Messias ganha uma sobrevida valiosa para articular apoios e garantir sua aprovação, transformando o “atraso” em uma oportunidade estratégica para consolidar seu nome entre os senadores.

    Confira:

     

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