Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    TRF-4 mantém afastado juiz da Lava Jato suspeito de furtar champanhe

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    O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) manteve o afastamento e instaurou um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) contra Eduardo Appio (foto em destaque). O juiz, conhecido por atuar no caso da Lava Jato, é suspeito de furtar, três vezes, um champanhe de R$ 399 de mercados em Blumenau, Santa Catarina.

    Appio estava afastado do cargo desde outubro deste ano. Em 27 de novembro, a Corte Especial Administrativa do TRF-4 decidiu manter o afastamento por entender que “a gravidade da conduta em tese tem o potencial de abalar irremediavelmente a idoneidade do Poder Judiciário e de inviabilizar peremptoriamente o exercício da autoridade do magistrado perante o jurisdicionado, colocando em suspeição suas decisões”.

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    Na mesma data, o PAD foi instaurado contra o magistrado. Segundo os documentos do TRF-4 a que a coluna teve acesso, Appio é acusado de furtar garrafas de champanhe Moët & Chandon, no valor promocional de R$ 399 em três datas diferentes.

    A primeira ocorrência foi registrada em 20 de setembro. Appio teria “ocultado conscientemente a bebida em sacola de compras”. Em seguida, o episódio se repetiu nos dias 4 e 18 de outubro.

    O que disse o juiz

    À época em que o caso veio à tona, Appio afirmou ao colunista Ânderson Silva, da NSC, parceiro do Metrópoles, que o suposto envolvimento dele no caso se trata de um mal-entendido e que tomará medidas.

    “Não sei do que se trata. Sempre paguei minhas compras. Tenho comprovante. Sempre paguei por todas as minhas despesas, não sei do que se trata”, disse. Ele também afirmou que é uma “fake news”, declarando que “sempre fui objeto de várias perseguições”. Acrescentou ainda que entrará com ações de reparação contra quem atentar “caluniosamente” contra ele.

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