Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Trump convoca alto escalão da segurança para reunião sobre a Venezuela

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    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teve uma reunião com o alto escalão da segurança nacional, na noite dessa segunda-feira (1º/12), para discutir a situação na Venezuela e a possibilidade de uma operação militar no país. Até a última atualização desta reportagem, o republicano não havia anunciado o resultado do encontro.

    A reunião ocorreu no Salão Oval da Casa Branca, a partir das 17h no horário de Washington D.C. — 19h em Brasília. O encontrou foi confirmado pela secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt. “Faz parte de sua responsabilidade garantir a continuidade da paz em todo o mundo”, informou a porta-voz do governo Trump.

    Questionada por jornalistas, Karoline Leavitt não respondeu se Trump já tomou uma decisão sobre uma possível intervenção militar dos EUA na Venezuela.

    Além de Donald Trump, participaram do encontro os secretários de Estado, Marco Rubio, e de Defesa, Pete Hegseth. Também estiveram presentes o chefe do Estado-Maior Conjunto, general Dan Caine, a chefe de gabinete da Casa Branca, Susie Wiles, e o vice-chefe de gabinete, Stephen Miller, de acordo com a CNN Internacional.

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    Donald Trump

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    Donald Trump, presidente dos Estados Unidos

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    Donald Trump anunciou enfrentamento terra terra contra traficantes venezuelanos

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    Trump

    Chip Somodevilla/Getty Images

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    Tensão atinge novo pico

    O encontro ocorre durante novo pico de tensão entre Washington e Caracas. No sábado (29/11), Trump subiu ainda mais o tom contra Nicolás Maduro e anunciou que o espaço aéreo da Venezuela estava “totalmente fechado”.

    “A todas as companhias aéreas, pilotos, traficantes de drogas e traficantes de pessoas, por favor, considerem o espaço aéreo acima e ao redor da Venezuela totalmente fechado”, escreveu o líder norte-americano em uma publicação na rede social Truth.

    Os Estados Unidos não têm autoridade para fechar o espaço aéreo de outro país. No entanto, um anúncio como o de Trump faz aumentar as especulações sobre um ataque na Venezuela, o que desencoraja companhias aéreas a voarem sobre as terras venezuelanas.

    O governo da Venezuela publicou uma mensagem de repúdio e chamou de “ameaça colonialista” a decisão de Donald Trump.

    “A República Bolivariana da Venezuela repudia veementemente a mensagem pública divulgada hoje [sábado] nas redes sociais pelo presidente dos Estados Unidos, na qual ele tenta aplicar extraterritorialmente a jurisdição ilegítima dos Estados Unidos na Venezuela, ao tentar, sem precedentes, emitir ordens e ameaçar a soberania do espaço aéreo nacional, a integridade territorial, a segurança aeronáutica e a plena soberania do Estado venezuelano”, diz a nota.

    Na quinta-feira (27/11), Trump já havia declarado que ataques por terra na Venezuela poderiam acontecer em um futuro próximo, como parte da campanha dos EUA contra o tráfico de drogas na região.

    Contestado por parte da comunidade internacional, Maduro e figuras ligadas ao alto escalão do regime chavista têm sido os principais alvos das ameaças vindas de Washington.

    Em julho deste ano, o presidente da Venezuela foi apontado como o chefe do cartel de Los Soles pela administração Trump, recentemente classificado como organização terrorista internacional pelos EUA. Mudança que também atingiu outros grupos, e abriu brechas para operações militares norte-americanas em outros países, sob a justificativa do combate ao “narcoterrorismo”.

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