Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    União Europeia adia para 2026 assinatura de acordo com o Mercosul

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    A União Europeia decidiu adiar para janeiro a assinatura do acordo comercial com o Mercosul, que estava prevista para este sábado (20/12), em Foz do Iguaçu. A informação foi confirmada ao Metrópoles, nesta quinta-feira (18/12), por fontes ligadas ao bloco europeu no Brasil.

    O acordo marca o fim de mais de duas décadas de negociações entre os dois blocos, iniciadas com o objetivo de criar uma ampla zona de livre comércio.

    As tratativas foram concluídas em dezembro de 2024, mas a formalização do tratado tem enfrentado resistência de alguns países europeus, especialmente França, Hungria e Polônia, que atuam para barrar ou atrasar a assinatura.

    Os representantes de 27 países do bloco europeu estão reunidos em Bruxelas para a cúpula da UE, onde discutem, entre outros temas, o tratado com o Mercosul. Na véspera da reunião, a Itália também passou a defender cautela. O governo italiano avaliou que a assinatura neste momento seria “prematura” e pediu mais tempo para analisar o texto, o que contribuiu para a decisão de adiar o processo.

    Protestos

    Um dos principais pontos de crítica envolve a preocupação com a concorrência no setor agrícola. Países europeus argumentam que o acordo pode permitir a entrada de produtos brasileiros e sul-americanos no mercado europeu sem as mesmas exigências impostas aos produtores locais, o que poderia resultar em preços mais baixos e prejuízos à agricultura da UE.

    Esse temor motivou protestos de agricultores em Bruxelas, que bloquearam ruas da cidade nesta quinta-feira (18/12). Em alguns pontos, houve confronto com a polícia.

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    Dursun Aydemir/Anadolu via Getty Images

    O adiamento ocorre mesmo após o Parlamento Europeu aprovar novas salvaguardas a serem incorporadas ao acordo. As medidas autorizam a Comissão Europeia a investigar aumentos expressivos nas importações de produtos agrícolas sensíveis ou casos de entrada no mercado com preços significativamente inferiores aos praticados na UE.

    Também estão previstas apurações sobre o cumprimento de regras relacionadas a bem-estar animal, proteção trabalhista e uso de pesticidas, com possibilidade de suspensão de benefícios comerciais em caso de prejuízos comprovados.

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    Posição do Brasil

    No Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que o Mercosul poderá avaliar o adiamento da assinatura do acordo. Na quarta-feira (17/12), Lula sinalizou que havia a possibilidade do país encerrar as tratativas caso surgisse um novo impasse com a União Europeia.

    No entanto, nesta quinta-feira (18/12), o presidente adotou um tom mais moderado e disse que levaria aos demais países do bloco sul-americano o pedido de adiamento feito pela primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni.

    Segundo Lula, Meloni enfrenta um embaraço político interno devido à pressão de agricultores italianos, mas afirmou estar confiante de que conseguirá convencê-los a aceitar o acordo.

    “Ela pediu que tivéssemos paciência por uma semana, dez dias ou, no máximo, um mês. A Itália estará junto com o acordo”, disse o petista durante a entrevista de fim de ano, em Brasília.

    De acordo com o presidente, a primeira-ministra solicitou um prazo adicional de algumas semanas para que a Itália estivesse pronta para apoiar o tratado. O apoio italiano é considerado estratégico, já que a aprovação do acordo exige o aval de ao menos 15 dos 27 países da União Europeia, que representem 65% da população do bloco.

    Caso seja firmado, o acordo facilitará a entrada de produtos sul-americanos, como carne, açúcar, arroz, mel e soja, no mercado europeu. Em contrapartida, ampliará as exportações da União Europeia para o Mercosul, incluindo automóveis, máquinas, vinhos e licores.

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