Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    1º Festival de Teatro Trans e Travesti do Brasil começa hoje em SP

    Por



    Na semana da visibilidade trans, a SP Escola de Teatro, na Praça Roosevelt, lança o primeiro festival de teatro trans e travesti do Brasil. Desta terça-feira (27) a sábado (31), o FestivaTrans apresenta diversos espetáculos e palestras que dialogam com a vivência de mulheres transexuais e travestis.

    Sempre às 19h, o público poderá assistir gratuitamente espetáculos, performances e rodas de conversa. O evento é marcado pela presença de atrizes trans consagradas na cena atual como Renata Carvalho, Clodd Dias, Renata Perón e Luh Maza.

    Notícias relacionadas:

    A direção artística da atriz e autora Luh Maza busca mostrar para o grande público a potência do trabalho que artistas trans e travestis têm desempenhado.

    “Eu vejo o FestivaTrans como um projeto voltado para o reconhecimento, a valorização, o fomento e o aplauso de artistas trans e travestis, que têm feito uma pesquisa continuada no teatro, de forma séria. O nosso desejo é que o grande público, seja heterossexual ou não, possa assistir a essas obras”, disse a diretora.

    A cantora, apresentadora, roteirista e produtora cultural executiva Paola Valentina Xavier ressalta a importância política de um evento que contempla a arte produzida por corpos dissidentes.

    “Um festival como o FestivaTrans não é apenas um evento de teatro, é um gesto de resistência e renascimento. Cada cena, cada corpo em palco, carrega séculos de silenciamento e transforma dor em arte, exclusão em presença, ausência em memória viva. As mulheres trans e travestis que fazem arte escrevem com o próprio corpo uma nova dramaturgia do mundo: aquela em que existir é, por si só, um ato poético e político”, argumenta Paola.

    O evento integra a programação do 14º SP Transvisão, que busca promover ações educativas que contribuem para a prevenção, intervenção e enfrentamento da LGBTFobia.

    Programação

    A programação do evento explora uma amplitude de formatos artísticos. Uma das produções que chama a atenção pela abordagem diferenciada no palco é a Transpreto, uma performance de Luh Maza que une auto-ficção, música e debate para alcançar um sentimento de transe.

    Na apresentação, Luh Maza conversa diretamente com a plateia em uma espécie de palestra performática sobre as suas experiências em um corpo marcado socialmente pela transgeneridade e pretitude. A atriz espera que o diálogo com o público traga inquietações, provocações ou vislumbre em relação às questões apresentadas na discussão.

    A experiência é realçada com a performance musical do DJ King de Shango, um homem transmasculino que realiza uma pesquisa musical acerca de sons afro-diaspóricos.

    “Em meio a esse processo de dopamina rápida com as redes sociais, com tanta falta de atenção, eu acho que esse momento de parar uma hora para conversar, para pensar, para refletir, para construir algo juntos, é um transe. Conseguir essa concentração, é entrar em um estado de transe,” explica a atriz.

    Confira a programação da 1ª edição do FestivaTrans:

    • 27/1: Espetáculo: Encarnación, com Flow Kountouriotis – Mediadora convidada: Ave Terrena Alves
    • 28/1: Ensaio aberto “Todas elas em mim”, de Clodd Dias, um tributo à força e à resistência da mulher negra e trans. Mediadora convidada: Renata Carvalho
    • 29/1: Transpetro, com Luh Maza, performance que mistura auto-ficção, música e debate sobre as narrativas afro-trans. Mediador convidado: Daniel Veiga
    • 30/1: Manifesto Transpofágico, com Renata Carvalho, espetáculo que questiona estereótipos sobre corpos travestis. Mediadora convidada: Fabia Mirassos
    • 31/1: Bendita Sois Entre as Mulheres, de Renata Peron, história de superação e resistência de uma mulher trans. Mediadora convidada: Luh Maza

    O evento será na unidade Roosevelt da SP Escola de Teatro, na Praça Roosevelt, 210. Os ingressos para as atividades estão disponíveis no site Sympla.

    * Estagiário sob supervisão de Odair Braz Junior

    Sair da versão mobile