As ondas de calor extremo têm se tornado cada vez mais frequentes em diversas regiões do Brasil e acendem um alerta para a saúde, especialmente entre pessoas idosas, crianças e indivíduos com doenças crônicas.
Leia também
-
Pioram no verão: como aliviar as ondas de calor na menopausa
-
Chá de planta comum turbina a memória e reduz as ondas de calor
-
Planta fácil de cultivar turbina a memória e reduz ondas de calor
-
Ondas de calor aceleram o envelhecimento precoce, diz estudo
As altas temperaturas podem provocar desidratação, quedas de pressão, exaustão térmica e, nos casos mais graves, o golpe de calor, condição que pode levar ao óbito se não houver atendimento rápido.
De acordo com Luciana Louzada, geriatra e diretora da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia de São Paulo (SBGG-SP), a prevenção é fundamental para reduzir os impactos do calor intenso.
Clique aqui para seguir o canal do Metrópoles Vida&Estilo no WhatsApp
“Os idosos são particularmente vulneráveis ao calor extremo, pois tendem a sentir menos sede e podem não perceber os sinais iniciais de desidratação. Por isso, é fundamental garantir uma hidratação adequada e criar ambientes ventilados e protegidos do sol”, alerta a especialista.
Por que o calor extremo é mais perigoso para idosos?
Com o avanço da idade, o organismo passa a ter menor capacidade de regular a temperatura corporal. Além disso, o reflexo da sede diminui, o que aumenta o risco de desidratação sem que o idoso perceba.
Doenças crônicas, uso contínuo de medicamentos e limitações de mobilidade também contribuem para tornar o calor excessivo mais perigoso nesse grupo.
Continue a leitura no site Saúde em Dia, parceiro do Metrópoles.
