Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Em telefonema, Lula e Macron conversam sobre Conselho da Paz de Trump

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    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente da França, Emmanuel Macron, conversaram na manhã desta terça-feira (27) sobre a proposta do Conselho da Paz. O colegiado foi idealizado, criado e é presidido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump para, segundo ele, pacificar e reconstruir a Faixa de Gaza.

    No telefonema, que durou cerca de 1 hora, Lula e Macron defenderam o fortalecimento da Organização das Nações Unidas (ONU) e concordaram que iniciativas em matéria de paz e segurança devem estar alinhadas aos mandatos do Conselho de Segurança e aos princípios e propósitos da Carta da ONU. O teor da conversa entre os presidentes foi divulgado pelo Palácio do Planalto.

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    Lula foi um dos líderes convidados a ocupar um assento no conselho, mas ainda não respondeu ao convite. Na semana passada, em um evento em Salvador, ele chegou a criticar a proposta de criação do Conselho da Paz, afirmando que Trump quer criar uma nova ONU para ser o dono. A França também foi convidada, mas já negou o convite. 

    Na últimas semanas, Lula tem feito e recebido ligações de importantes líderes mundiais, entre eles o presidente da China, Xi Jinping; da Rússia, Vladimir Putin; da Turquia, Recep Tayyip Erdogan; da Colômbia, Gustavo Petro; o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi; da Espanha, Pedro Sánchez; do Canadá, Mark Carney; e a presidenta do México, Claudia Sheinbaum.

    Nesta segunda-feira (26), Lula conversou, inclusive, com o presidente Trump. Ele sugeriu que o Conselho da Paz incluísse um assento para a Palestina e se limitasse a discutir as questões relacionadas à Faixa de Gaza. Também ficou combinada uma visita de Lula aos Estados Unidos, ainda este ano, em data a ser definida.

    Venezuela

    No telefonema, Lula e Macron também trocaram impressões relacionadas à Venezuela. Segundo o Planalto, ambos condenaram o uso da força em violação ao direito internacional e concordaram sobre a importância da paz e da estabilidade na América do Sul e no mundo.

    No dia 3 de janeiro, os Estados Unidos bombardearam a Venezuela e sequestraram o presidente do país, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores. Os dois foram levados para os Estados Unidos e a vice-presidente venezuelana, Delcy Rodriguez, assumiu o comando do país interinamente.

    Acordo Mercosul-EU

    Ainda, os líderes de Brasil e França trataram sobre o acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia. Lula reafirmou sua visão de que a parceria é positiva para os dois blocos e “constitui uma importante contribuição para a defesa do multilateralismo e do comércio baseado em regras”.

    O acordo foi assinado no dia 17 de janeiro deste ano, após 26 anos de negociação. Entretanto, no dia 21, o Parlamento Europeu decidiu pedir ao Tribunal de Justiça da União Europeia uma avaliação jurídica sobre a parceria comercial com os sul-americanos. Na prática, a medida paralisa o processo de implementação do acordo; o tribunal costuma demorar cerca de dois anos para emitir um parecer.

    A França é um dos países que se opõem à ratificação sob o argumento de que o acordo ameaça a agricultura local ao criar “concorrências desleal” com as importações mais baratas do Mercosul.

    Por fim, o presidente Lula e o presidente Macron trataram sobre a agenda bilateral e se comprometeram a finalizar negociações em curso, para assinatura de acordos ainda no primeiro semestre de 2026. Segundo Planalto, os dois mantêm diálogo frequente sobre a cooperação entre os dois países, em especial nos temas de defesa, ciência e tecnologia e energia.

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