A líder da oposição da Venezuela, María Corina Machado, se pronunciou sobre a captura do presidente Nicolás Maduro neste sábado (3/1). Segundo ela, chegou a “hora da liberdade” venezuelana e que será colocado “ordem” no país.”
Ganhadora do prêmio Nobel da Paz de 2025, Marina alegou que Maduro, “a partir de hoje, enfrenta a justiça internacional pelos crimes atrozes cometidos contra os venezuelanos e contra cidadãos de muitas outras nações”.
A Venezuela foi alvo de ataques na manhã deste sábado pelo governo dos Estados Unidos. O presidente Donald Trump confirmou que os EUA capturaram o presidente venezuelano Nicolás Maduro e a primeira-dama do país, Cilia Flores.
“Chegou a hora de que a Soberania Popular e a Soberania Nacional governem nosso país. Vamos colocar ordem, libertar os presos políticos, construir um país excepcional e trazer nossos filhos de volta para casa. Lutamos por anos, entregamos tudo, e valeu a pena. O que tinha que acontecer está acontecendo”, destacou Marina nas redes sociais.
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Ela acrescentou que os venezuelanos “que estão dentro do nosso país, estejam prontos para colocar em prática o que será comunicado a vocês por nossos canais oficiais”.
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“Aos venezuelanos que estão no exterior, precisamos que estejam mobilizados, ativando governos e cidadãos do mundo, e engajando-os desde já na grande operação de construção da nova Venezuela”, pediu a líder da oposição.
Captura
O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que capturou o presidente Nicolás Maduro. Desde o início da ofensiva militar norte-americana na região, sob o pretexto de combater o tráfico internacional de drogas, as tensões se prolongaram.
O presidente norte-americano acrescentou que a operação contra a Venezuela foi realizada “conjunto com as forças de segurança americanas” e que uma coletiva de imprensa será realizada ainda hoje, às 13h no horário de Brasília.
A procuradora-geral norte-americana, Pam Bondi, afirmou que o Maduro, enfrentará “toda a fúria” da Justiça dos Estados Unidos. O líder chavista foi capturado após os EUA atacarem o país.
