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Tarifa de ônibus em SP: veja até quando recarregar sem pagar mais

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Tarifa de ônibus em SP: veja até quando recarregar sem pagar mais

Quem utiliza o transporte público em São Paulo precisa ficar atento: a tarifa dos ônibus municipais sobe de R$ 5,00 para R$ 5,30 a partir do dia 6 de janeiro, seguindo os trâmites legais e envio à Câmara Municipal da capital.  Para evitar o aumento, a recomendação é antecipar a recarga do Bilhete Único. Os usuários podem adicionar créditos até 23h59 do dia 5 de janeiro pagando o valor antigo. Esses créditos têm validade de 180 dias, Somente depois desse período é que o sistema passa a cobrar automaticamente a nova tarifa.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o reajuste de cerca de 6% na passagem ficou acima da inflação anual, medida pelo IPCA. A estimativa é de alta de 0,25% em dezembro, fechando o ano com inflação acumulada de 4,41%, ou seja, 1,6 ponto percentual menor do que o aumento aplicado na tarifa de ônibus na capital paulista. Por outro lado, a Prefeitura de São Paulo ressalta que o reajuste fica abaixo da inflação do transporte coletivo, medida pelo IPC-Fipe, que acumulou alta de 6,5% no último ano.

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Quem pretende aproveitar e recarregar antes do reajuste deve ficar atento aos limites estabelecidos pela SPTrans. No Bilhete Único Comum, é possível carregar até 100 tarifas, No Vale-Transporte, o limite permitido é de 200 tarifas, seguindo as regras do sistema de transporte municipal.

Com essa medida, os usuários que anteciparem a recarga conseguem economizar e ainda manter a validade dos créditos por seis meses, garantindo mais facilidade para se deslocar pela cidade nos próximos meses.

Trens e metrô também terão reajuste em 2026

A política de aumento das tarifas não se restringe aos ônibus municipais. O governo do estado anunciou que, a partir de 6 de janeiro de 2026, a tarifa do metrô e dos trens da região metropolitana de São Paulo passará de R$ 5,20 para R$ 5,40. O reajuste atinge milhões de usuários que dependem diariamente do sistema metroferroviário para se deslocar entre a capital e cidades da Grande São Paulo.

O reajuste de 3,85%, segundo a gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos), fica abaixo da inflação acumulada no ano, estimada em 4,41% pelo IPCA. Mesmo assim, a elevação ocorre em um contexto de alta generalizada das tarifas de transporte público, aumentando o peso dos deslocamentos no orçamento de milhões de passageiros.

 

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