Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Assembleia do Rio concede prêmio ao grupo Tambores de Olokun

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    A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro aprovou, nesta quinta-feira (5), a concessão do Prêmio Marielle Franco ao coletivo Tambores de Olokun. A iniciativa -da deputada estadual Dani Monteiro – reconhece a trajetória do grupo como referência na preservação das tradições afro-brasileiras e na promoção da cultura popular.

    Fundado em 2012, o grupo reúne cerca de 300 batuqueiros e dançarinos que realizam cortejos, oficinas e encontros, conectando o Rio de Janeiro às raízes do maracatu e às expressões de matriz africana.

    O coletivo Tambores de Olokun é inspirado no universo do Candomblé e nos maracatus de baque virado. O grupo se consolidou como espaço de formação, memória e pertencimento, levando música, dança e espiritualidade para o espaço público em celebrações como o cortejo anual em homenagem a Iemanjá e Olokun, com direito a apresentações históricas em frente à Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, no centro do Rio.

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    Sentimento

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    As ações fortalecem o sentimento comunitário e reafirmam a cultura como instrumento de resistência e transformação social.

    Presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Rio, Dani Monteiro destacou que a homenagem reconhece o papel estratégico da cultura popular na vida da cidade. Para ela, o carnaval de rua, os cortejos e o tambor são expressões vivas de identidade e pertencimento.

    “Cultura é diversão e potência, gera trabalho e renda, movimenta a economia criativa e constrói a memória que fica nas ruas e nas pessoas. Valorizar o Tambores de Olokun é impulsionar e reconhecer a força do nosso povo”, afirmou a deputada.

    Valor da cultura

    Ela acredita que investir em cultura é fomentar proteção social e futuro, uma vez que a arte, ao ocupar as ruas, “afasta violências, fortalece vínculos comunitários, abre caminhos para a juventude e salva vidas. O Olokun mostra que o tambor também é ferramenta de formação, acolhimento e transformação. É esse tipo de iniciativa que constrói comunidades mais fortes, orgulhosas da própria história e donas do seu território. A cultura muda destinos. É uma honra poder reconhecer e dar o Prêmio Marielle Franco a esse grupo”, disse a deputada.

    O prêmio foi criado em dezembro de 2021, a partir de projeto de lei aprovado pela Assembleia Legislativa, de autoria original da deputada Zeidan e do ex-deputado estadual Marcelo Freixo, atual presidente da Embratur.

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