Ex-vigilante chegava em casa à meia-noite, estudava até 2h da manhã e acordava às 4h30 para trabalhar, entrou em cursinho popular perto dos 40 anos, conquistou vaga em Arquivologia na Ufes, se formou, fez mestrado e doutorado e voltou anos depois à mesma universidade onde havia sido aluno, agora como professor efetivo
Fim da profissão motorista de ônibus: empresas já enfrentam falta de profissionais, veteranos estão deixando o volante e uma combinação de salários, pressão, violência e saúde ajuda a explicar o que está acontecendo
Compartilhar Facebook Twitter Email Copy Link WhatsApp Brasil passou a reconhecer, no ano passado, agressão contra filhos para atingir a mulher como violência de gênero Fonte:
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