O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM) negou, nesta sexta-feira (27/2), que esteja avaliando o encaminhamento da influenciadora Patixa Teló para uma casa de acolhimento. A informação foi divulgada após vídeos atribuídos a Carlinhos Maia nas redes sociais indicarem que a criadora de conteúdo poderia ser afastada do convívio social por decisão judicial.
Em nota enviada à imprensa, o MPAM, por meio do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça Cíveis (CAO-Cível), afirmou que “não procede a informação” de que o órgão esteja analisando a medida e destacou que, em nenhum momento, houve pedido de constrição da liberdade da influenciadora. O órgão também esclareceu que não manteve diálogo ou qualquer tratativa com influenciadores digitais sobre o caso
A repercussão começou após declarações divulgadas por pessoas próximas à influenciadora, sugerindo que ela poderia ser encaminhada a uma instituição de acolhimento. Em um dos vídeos que circularam nas redes, Patixa afirma que “o juiz chegou aqui para me levar”, o que gerou forte mobilização entre seguidores e dividiu opiniões online
Diante da viralização do caso, o debate se intensificou sobre eventual vulnerabilidade e necessidade de acompanhamento. Porém, o MP reforçou que o processo citado tramita sob sigilo judicial, o que impede a divulgação de detalhes adicionais. O órgão reiterou ainda que sua atuação, quando envolve pessoas em situação de vulnerabilidade, tem como objetivo proteger direitos e garantir dignidade e autonomia, conforme prevê a legislação.

