O Governo Federal decidiu endurecer as regras da alimentação oferecida nas escolas públicas de todo o país e proibiu a inclusão de refrigerantes na merenda escolar. A medida faz parte das novas diretrizes do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e reforça a prioridade por alimentos mais saudáveis e menos industrializados no cardápio dos estudantes da educação básica.
De acordo com a resolução atualizada, as redes de ensino devem ampliar a oferta de alimentos in natura ou minimamente processados, como frutas, verduras, legumes, arroz, feijão, raízes, carnes magras e leite. O objetivo é melhorar a qualidade nutricional das refeições e contribuir para a formação de hábitos alimentares mais saudáveis desde a infância.
Além dos refrigerantes, também ficam proibidos nas escolas bebidas artificiais, néctares industrializados, biscoitos recheados, balas e alimentos que contenham gordura trans. A orientação é reduzir ao máximo a presença de produtos ultraprocessados, que possuem altos índices de açúcar, sódio e conservantes.
O Ministério da Educação (MEC) também determinou maior controle nutricional nos cardápios, que deverão ser elaborados com acompanhamento de nutricionistas responsáveis técnicos. A iniciativa busca combater problemas como obesidade infantil, diabetes e hipertensão, que têm aumentado entre crianças e adolescentes nos últimos anos.
A nova regra vale para as unidades atendidas pelo PNAE em todo o território nacional e deverá ser implementada pelas redes municipais e estaduais de ensino. A expectativa do Governo Federal é que a medida fortaleça a segurança alimentar e promova mais saúde dentro das escolas.

