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Adolescente de 13 anos mata duas supervisoras e fere um aluno em escola de Rio Branco; suspeito é apreendido pela polícia

A cidade de Rio Branco foi abalada por uma tragédia na tarde desta terça-feira (5), após um adolescente de 13 anos efetuar disparos dentro do Instituto São José, tradicional colégio católico localizado na região central da capital acreana. O ataque resultou na morte de duas mulheres que trabalhavam como supervisoras de corredores da unidade de ensino.

Segundo as primeiras informações apuradas pelas autoridades, o adolescente teria utilizado uma arma pertencente ao padrasto, identificado como advogado. As vítimas estavam em horário de trabalho quando foram surpreendidas pelos disparos, provocando cenas de desespero, correria e pânico entre alunos e funcionários da escola.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas imediatamente após a ocorrência. Inicialmente, duas ambulâncias chegaram ao local, enquanto outras quatro viaturas se deslocaram para reforçar o atendimento. Apesar da rápida mobilização das equipes médicas, as duas supervisoras não resistiram aos ferimentos.

A Polícia Militar realizou o isolamento da área e montou um forte esquema de segurança nas proximidades do colégio. O adolescente foi rapidamente contido e está sob o poder das autoridades, que agora conduzem as investigações para esclarecer as circunstâncias da tragédia.

O padrasto do menor, apontado como proprietário da arma utilizada no ataque, também foi identificado pelas forças de segurança. Ele foi encaminhado à delegacia de polícia para prestar esclarecimentos sobre como o adolescente teve acesso ao armamento.

A movimentação intensa de ambulâncias, viaturas policiais e familiares em frente à escola chamou atenção de moradores e comerciantes da região central de Rio Branco. Vídeos e relatos do momento começaram a circular nas redes sociais pouco depois da ocorrência.

O caso gerou forte comoção no Acre e reacendeu debates sobre segurança em instituições de ensino e responsabilidade no armazenamento de armas de fogo dentro de residências. As autoridades seguem investigando o caso, enquanto a comunidade escolar tenta lidar com o impacto emocional causado pela tragédia.

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