A norte-americana Jessica High, de 34 anos, compartilhou sua rotina extraordinária com seu quarto filho, Axyl. Com apenas oito meses de vida, o menino pesa mais de 15 kg e já perdeu todas as roupas de tamanho infantil, precisando de peças feitas para crianças de cinco anos.
O ganho de peso acelerado transformou o pequeno no novo “bebê gigante” da internet, trazendo desafios logísticos e elevando os custos para a família antes mesmo de ele completar um ano de idade
Desafios logísticos
Segundo a mãe, cuidar do menino virou um trabalho que exige duas pessoas devido ao peso. O crescimento acelerado inutilizou rapidamente berços, carrinhos e cadeirões.
A família precisou mandar fazer um berço sob medida e, atualmente, enfrenta dificuldades até para encontrar sapatos que caibam nos pés largos do filho, que já é considerado mais pesado do que um pneu de SUV.
Mesmo com os gastos acumulados para renovar todo o enxoval em tempo recorde, Jessica esclarece que a família não está falida, mas que a velocidade com que os itens se tornam inúteis é assustadora.
Críticas na internet e acompanhamento médico
Além da curiosidade do público geral, a mãe revela que enfrenta comentários mistos e especulações na internet em relação ao seu bebê. Internautas e até parentes sugeriram que o menino sofria de problemas metabólicos ou que estava sendo alimentado de forma forçada para se tornar obeso propositalmente.
Apesar dos julgamentos on-line sobre o tamanho do bebê, a dieta de Axyl é composta por 1,1 litro de fórmula diária e dois potes de papinha.
A saúde do menino é monitorada por um pediatra de excelente reputação, que garante que ele é perfeitamente saudável e não apresenta nenhuma preocupação médica. Jessica reforçou ao Whats The Jam que não deve explicações a ninguém e que seu único foco é o bem-estar do filho.
Fora do padrão
Jessica, que divide a criação de quatro filhos com o marido, lembra que a gestação já dava sinais do tamanho do menino, chegando a precisar de cadeira de rodas pelos chutes fortes dele. Hoje, o filho tem apoiadores em locais como Índia, Reino Unido e Austrália.
Para a mãe, o objetivo de expor a rotina não é a fama, mas usar a visibilidade para combater preconceitos.
A empresária espera que a história do bebê sirva para normalizar o desenvolvimento de crianças que crescem fora do padrão convencional. Ela deseja usar o carinho que recebe do mundo todo para espalhar positividade e conscientizar o público de que ser diferente não significa ser algo ruim, focando apenas no desejo de criar um filho gentil e confiante.

