Ícone do site Portal Estado do Acre Notícias

Desenrola 2.0: famílias renegociaram R$ 17,5 bilhões em dívidas

desenrola-2.0:-familias-renegociaram-r$-17,5-bilhoes-em-dividas

Desenrola 2.0: famílias renegociaram R$ 17,5 bilhões em dívidas

Mais de 7,5 milhões de famílias brasileiras conseguiram renegociar R$ 17,5 bilhões em dívidas com o Desenrola 2.0, de acordo com balanço do Ministério da Fazenda. Lançado no último dia 4 de maio, o programa de renegociação do governo federal já atingiu um terço (32,9%) do que foi registrado na primeira edição da iniciativa, entre 2023 e 2024, de R$ 53,2 bilhões.

O Desenrola 2.0 terá duração total de 90 dias. Com o programa, os beneficiários conseguiram renegociar dívidas com um desconto médio de 80%. De acordo com o Ministério da Fazenda, mais de 4,9 milhões de pessoas deixaram os cadastros de inadimplência após o lançamento.

Se incluídas as modalidades do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e Empresas o montante de renegociação de dívidas chega a R$ 41,6 bilhões.


Critérios Desenrola Famílias


A primeira edição do Desenrola foi realizada entre 2023 e 2024 e era dedicada ao repactuamento de dívidas bancárias e não bancárias, mas não tinha as várias modalidades da segunda edição, como Fies, Empresas e Rural.

Segundo a Fazenda, a primeira edição do programa foi considerada um sucesso, permitindo que os brasileiros renegociassem mais de R$ 50 bilhões em dívidas em atraso. A estimativa é que o programa tenha custado R$ 1,7 bilhão ao Tesouro Nacional.

Desenrola Adimplentes

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lançou, nessa segunda-feira (29/6), o programa Desenrola Adimplentes, destinado a trabalhadores informais com histórico recente de pagamentos em dia, mas que enfrentam dificuldades para obter crédito. A iniciativa amplia o alcance do Novo Desenrola Brasil.

A nova modalidade pretende facilitar o acesso desse público a empréstimos com juros menores e oferecer condições mais favoráveis para futuras renegociações de débitos.

O Desenrola Adimplentes busca diminuir o risco de inadimplência entre trabalhadores informais que mantêm suas contas em dia ou possuem atrasos de até 90 dias, criando oportunidades para que reorganizem a vida financeira. Esse grupo não era atendido pelas versões anteriores do programa.

A ampliação é direcionada a trabalhadores sem vínculo empregatício regido pela CLT, que também não sejam servidores públicos nem beneficiários de aposentadoria ou pensão do INSS.

A medida prevê que aquele trabalhador informal que tenha empréstimo pessoal em andamento de até R$ 15 mil por instituição financeira possa negociar o valor da operação contratando uma nova para quitação integral da dívida anterior. Para isso, a taxa máxima de juros foi fixada em 1,99% ao mês.

Confira as condições de negociação:

Sair da versão mobile