Lideranças petistas reivindicam, nos bastidores, a primeira suplência na chapa da ex-ministra Simone Tebet (PSB) ao Senado em São Paulo nas eleições de 2026.
Com o movimento, o PT mira assumir a possível vaga no Senado, caso Tebet e o presidente Lula sejam eleitos em outubro deste ano e ela vire ministra novamente.
A avaliação entre petistas é de que o primeiro suplente de Tebet deveria ser alguém ligado a Fernando Haddad (PT), pré-candidato ao governo paulista.
Para petistas, o partido mereceria a primeira suplência de Tebet para compensar o fato de que o PSB terá duas vagas na chapa majoritária das eleições em São Paulo.
Além de Tebet, o PSB deve ficar com a vice de Haddad. Para a vaga, Haddad escolheu o ex-ministro do Empreendedorismo Márcio França (PSB).
Aliados de Tebet reagem
Aliados de Tebet, por sua vez, dizem que ela ainda não definiu seus suplentes e ressaltam que não houve nenhum acordo com Lula sobre dar a suplência dela ao PT.
Interlocutores da ex-ministra dizem ainda que a suplência deve ser uma decisão do próprio candidato e de seu partido, sem relação com as chapas majoritárias.

