Nesta terça-feira (30/6), a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Amapá (Ficco-AP) e o Ministério Público do Estado do Amapá (MPAP) deflagraram a Operação Fallere, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa investigada por supostamente aplicar fraudes em processos de execução penal para obtenção indevida de benefícios prisionais.
A apreensão de um aparelho celular em uma cela do Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen) foi responsável por embasar o início das investigações.
O conteúdo, segundo a PF, apontou a possível atuação de um grupo que, em tese, utilizava documentos e informações falsas para viabilizar a concessão irregular de benefícios previstos na Lei de Execução Penal.
Foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão, sendo nove em Macapá, três em Brasília (DF) e um no Pará (PA), além de dois mandados de prisão preventiva.
Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, violação de sigilo funcional, fraude processual, corrupção, falsidade ideológica, prevaricação e outros delitos eventualmente identificados no curso das investigações.
A operação contou com a participação do Bope e do Coe, da Polícia Militar do Amapá (PMAP), da Corregedoria da Polícia Civil do Amapá, da Ficco-PA, da Polícia Civil do Pará e do Gabinete Militar do MPAP.

